Publicação
As atitudes dos enfermeiros face avaliação da dor crónica nos doentes oncológicos
| Resumo: | Este estudo de natureza descritiva quantitativa tem como objectivo principal, descrever as atitudes dos enfermeiros face à avaliação da dor crónica nos doentes oncológicos. A amostra é constituída por 93 enfermeiros de três hospitais da região de Lisboa com uma média de idades de 30,54 anos, 45,2% (n=42) com o grau de Licenciatura e com a categoria de enfermeiros. Ao longo do seu percurso profissional referem 91,4% (n=85) ter adquirido formação sobre avaliação e tratamento da dor. Uma pequena percentagem 18,3% (n=17) adquiriu essa formação através de pós-graduações e equivalentes. No entanto, 76,5% (n=65) dos enfermeiros consideram a formação insuficiente. Sentem dificuldades na avaliação da dor crónica nos doentes oncológicos. È de salientar que 74,2% (n=69) fazem registo da intensidade da dor através de uma escala de dor. As variáveis independentes não influenciam as atitudes dos enfermeiros neste estudo. As variáveis independentes são: idade, habilitações académicas, categoria profissional, anos de experiência em oncologia e formação. Quanto aos resultados, as variáveis deste estudo não influenciam significativamente do ponto estatístico as atitudes dos enfermeiros neste estudo. Os enfermeiros têm poucos conhecimentos sobre dor referentes às dimensões da atitude (avaliação da dor, tratamento da dor, dor psicológica, dor espiritual e efeitos secundários da terapêutica analgésica). Os resultados sugerem a necessidade de formação sobre dor. |
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| Autores principais: | Lameiras, Marta Patrícia Marques, 1980- |
| Assunto: | Enfermeiros Avaliação da dor Doentes oncológicos Analgésicos opióides Atitude do pessoal de saúde Teses de mestrado - 2010 |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este estudo de natureza descritiva quantitativa tem como objectivo principal, descrever as atitudes dos enfermeiros face à avaliação da dor crónica nos doentes oncológicos. A amostra é constituída por 93 enfermeiros de três hospitais da região de Lisboa com uma média de idades de 30,54 anos, 45,2% (n=42) com o grau de Licenciatura e com a categoria de enfermeiros. Ao longo do seu percurso profissional referem 91,4% (n=85) ter adquirido formação sobre avaliação e tratamento da dor. Uma pequena percentagem 18,3% (n=17) adquiriu essa formação através de pós-graduações e equivalentes. No entanto, 76,5% (n=65) dos enfermeiros consideram a formação insuficiente. Sentem dificuldades na avaliação da dor crónica nos doentes oncológicos. È de salientar que 74,2% (n=69) fazem registo da intensidade da dor através de uma escala de dor. As variáveis independentes não influenciam as atitudes dos enfermeiros neste estudo. As variáveis independentes são: idade, habilitações académicas, categoria profissional, anos de experiência em oncologia e formação. Quanto aos resultados, as variáveis deste estudo não influenciam significativamente do ponto estatístico as atitudes dos enfermeiros neste estudo. Os enfermeiros têm poucos conhecimentos sobre dor referentes às dimensões da atitude (avaliação da dor, tratamento da dor, dor psicológica, dor espiritual e efeitos secundários da terapêutica analgésica). Os resultados sugerem a necessidade de formação sobre dor. |
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