Publicação
Hollow space : Um laboratório vivo para o Vale de Alcantâra
| Resumo: | As transformações decorrentes dos fenómenos morfológicos nas grandes cidades têm originado uma série de espaços, próximos aos limites institucionais, conhecidos como “vazios urbanos”. Estes espaços, desprovidos de definições claras e reflexo de políticas urbanas inadequadas do passado geram questões singulares na atualidade quanto ao seu impacto na gestão urbana das grandes cidades. As suas singularidades são agora vistas como oportunidades de transformação, permitindo criar um novo rumo aos desafios emergentes das sociedades contemporâneas. Neste contexto, propõe-se efetuar uma intervenção naquele que é considerado um dos maiores vazios urbanos da cidade de Lisboa, o Vale de Alcântara. Através de uma grande reestruturação territorial, das suas dinâmicas e usos, pretende-se recuperar o sentimento vivo outrora existente neste espaço. O objetivo principal passa por (re)naturalizar este espaço, reintegrando-o na cidade através de um grande parque verde e permeável, unificando o território e as suas atuais redes. Foram escolhidos dois elementos como objetos de estudo para a introdução de novos modelos de habitar a encosta, a praça (estação intermodal) e a rua (habitação coletiva), de modo a colmatar os desafios urbanos, arquitetónicos e sociais contemporâneos, implementando um novo paradigma ao qual nomeamos de “Laboratório Vivo da Cidade de Lisboa”. Através de uma abordagem experimental e crítica da vida urbana, conseguimos atender às lacunas do atual sistema e explorar novas possibilidades de experienciar e viver a cidade ao implementar novas condições de habitar o solo urbano. |
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| Autores principais: | Garvão,Francisco Manuel Medeira |
| Assunto: | Urban-Architecture Restructuration Renaturalize Vale de Alcântara Lisbon Living Lab Restruturação Urbano-Arquitetónica Renaturalização Vale de Alcântara Lisboa Laboratório Vivo |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As transformações decorrentes dos fenómenos morfológicos nas grandes cidades têm originado uma série de espaços, próximos aos limites institucionais, conhecidos como “vazios urbanos”. Estes espaços, desprovidos de definições claras e reflexo de políticas urbanas inadequadas do passado geram questões singulares na atualidade quanto ao seu impacto na gestão urbana das grandes cidades. As suas singularidades são agora vistas como oportunidades de transformação, permitindo criar um novo rumo aos desafios emergentes das sociedades contemporâneas. Neste contexto, propõe-se efetuar uma intervenção naquele que é considerado um dos maiores vazios urbanos da cidade de Lisboa, o Vale de Alcântara. Através de uma grande reestruturação territorial, das suas dinâmicas e usos, pretende-se recuperar o sentimento vivo outrora existente neste espaço. O objetivo principal passa por (re)naturalizar este espaço, reintegrando-o na cidade através de um grande parque verde e permeável, unificando o território e as suas atuais redes. Foram escolhidos dois elementos como objetos de estudo para a introdução de novos modelos de habitar a encosta, a praça (estação intermodal) e a rua (habitação coletiva), de modo a colmatar os desafios urbanos, arquitetónicos e sociais contemporâneos, implementando um novo paradigma ao qual nomeamos de “Laboratório Vivo da Cidade de Lisboa”. Através de uma abordagem experimental e crítica da vida urbana, conseguimos atender às lacunas do atual sistema e explorar novas possibilidades de experienciar e viver a cidade ao implementar novas condições de habitar o solo urbano. |
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