Publicação
Um novo caminho na formação : curso de formação pedagógica inicial de formadores na modalidade b-learning
| Resumo: | O presente trabalho/relatório de estágio procura compreender de que forma Coordenadores e Ex-Formandos do curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores, nas modalidades Presencial e b-Learning, percepcionam a organização e formação recebida, permitindo encontrar aspectos positivos e a melhorar para ambas as modalidades formativas. Contudo, também se pretendeu perceber como e se as Empresas de hoje tendem a apostar mais na formação presencial ou em b-Learning.O ponto de partida teórico incidiu sobre as concepções actuais de Educação e Formação de Adultos, o estado da Formação Profissional em Portugal, com maior incidência para a Formação Profissional Contínua. Contudo, o corpo teórico aborda, com maior incidência, conceitos e aspectos da Formação a Distância, nomeadamente, a Comunicação a Distância, Aprendizagem de Adultos, Avaliação das Aprendizagens na Formação a Distância, entre outros aspectos. A metodologia de investigação utilizada teve por base uma perspectiva qualitativa, centrada num estudo de caso de seis Empresas Nacionais, sendo que, foram realizadas doze entrevistas semi-directivas. Seis a Ex-Formandos dos cursos de Formação Pedagógica Inicial de Formadores nas modalidades Presencial e b-Learning, e as restantes aos Coordenadores Pedagógicos dos respectivos cursos. A partir do material empírico, foi possível concluir que actualmente as empresas tendem a apostar mais na Formação a Distância, neste caso, na Formação em b-Learning, porque antevêem que assim conseguem formar um maior número de pessoas, em que cada uma dispõe de um ritmo e tempo próprio para a aprendizagem. Mas há uma evidência clara de que a Formação Presencial tem aspectos positivos consideráveis, nomeadamente, a forte componente pedagógica que o contacto face-a-face implica. Desta forma, reconhece-se que a Formação em b-Learning deve começar por ter mais sessões presenciais, promovendo um contacto mais directo entre formandos e formandos/formadores/tutores. Esta nova modalidade de formação, se assim se pode chamar, exige um forte investimento e cuidado da parte de quem concebe todo um curso de Formação a Distância. Os formandos devem sentir-se permanentemente acompanhados pelos formadores/tutores, e os conteúdos do curso devem estar bem estruturados, facilitando a compreensão e aprendizagem. Actualmente, estes são alguns dos aspectos que ainda necessitam de um forte investimento por parte de quem prepara e ministra o curso, caso contrário, a formação não será bem sucedida. |
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| Autores principais: | Moura, Cátia Sofia Borges, 1985- |
| Assunto: | Formação de adultos - Portugal B-learning Formação de formadores Relatórios de estágio de mestrado - 2009 |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente trabalho/relatório de estágio procura compreender de que forma Coordenadores e Ex-Formandos do curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores, nas modalidades Presencial e b-Learning, percepcionam a organização e formação recebida, permitindo encontrar aspectos positivos e a melhorar para ambas as modalidades formativas. Contudo, também se pretendeu perceber como e se as Empresas de hoje tendem a apostar mais na formação presencial ou em b-Learning.O ponto de partida teórico incidiu sobre as concepções actuais de Educação e Formação de Adultos, o estado da Formação Profissional em Portugal, com maior incidência para a Formação Profissional Contínua. Contudo, o corpo teórico aborda, com maior incidência, conceitos e aspectos da Formação a Distância, nomeadamente, a Comunicação a Distância, Aprendizagem de Adultos, Avaliação das Aprendizagens na Formação a Distância, entre outros aspectos. A metodologia de investigação utilizada teve por base uma perspectiva qualitativa, centrada num estudo de caso de seis Empresas Nacionais, sendo que, foram realizadas doze entrevistas semi-directivas. Seis a Ex-Formandos dos cursos de Formação Pedagógica Inicial de Formadores nas modalidades Presencial e b-Learning, e as restantes aos Coordenadores Pedagógicos dos respectivos cursos. A partir do material empírico, foi possível concluir que actualmente as empresas tendem a apostar mais na Formação a Distância, neste caso, na Formação em b-Learning, porque antevêem que assim conseguem formar um maior número de pessoas, em que cada uma dispõe de um ritmo e tempo próprio para a aprendizagem. Mas há uma evidência clara de que a Formação Presencial tem aspectos positivos consideráveis, nomeadamente, a forte componente pedagógica que o contacto face-a-face implica. Desta forma, reconhece-se que a Formação em b-Learning deve começar por ter mais sessões presenciais, promovendo um contacto mais directo entre formandos e formandos/formadores/tutores. Esta nova modalidade de formação, se assim se pode chamar, exige um forte investimento e cuidado da parte de quem concebe todo um curso de Formação a Distância. Os formandos devem sentir-se permanentemente acompanhados pelos formadores/tutores, e os conteúdos do curso devem estar bem estruturados, facilitando a compreensão e aprendizagem. Actualmente, estes são alguns dos aspectos que ainda necessitam de um forte investimento por parte de quem prepara e ministra o curso, caso contrário, a formação não será bem sucedida. |
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