Publicação
Soluções integradas para edifícios inteligentes
| Resumo: | A arte de construir remonta para tempos muito longínquos, contudo os edifícios passaram a ter um consumo de energia progressivamente maior devido aos variados usos finais existentes. As Alterações Climáticas são um fator impactante no consumo dos edifícios já que o efeito de estufa provoca uma concentração de energia no ambiente que se manifesta pela volatilidade atmosférica e verões muito quentes. Os edifícios passam a ter uma maior necessidade de climatização visto que a ventilação natural é impossibilitada. Estes e outros diversos problemas promovem a necessidade de construir edifícios cada vez mais sustentáveis e adaptáveis temporalmente e espacialmente. Uma possibilidade é os edifícios NZEB que se caracterizam pela sua sustentabilidade, elevada eficiência energética e baixo consumo de energia através da adoção de diferentes estratégias como integração de métodos passivos e incorporação de renováveis. A monitorização pode promover a diminuição do consumo energético e este trabalho visa averiguar esse facto monitorizando o Solar XXI, o único edifício de serviços NZEB em Portugal. Uma outra solução pode passar pelos edifícios inteligentes e, isso será estudado recorrendo às salas de teste do Solar XXI cujos sistemas técnicos foram automatizados. O consumo energético foi estimado em 83,6 kWhEP/m2 .ano e a produção energética foi avaliada em 64,4 kWhEP/m2 .ano. A fração renovável local ronda os 77% pelo que, de modo geral, o Solar XXI consegue obter a classe energética A. É esperado que o desempenho energético do edifício aumente com a implementação da automatização e do sistema de monitorização mais detalhado, todavia não foi possível apurar os impactos gerados até o momento. Apesar do Solar XXI não ter um balanço energético nulo e ainda existir um grande potencial de aperfeiçoamento, trata-se um edifício sustentável com necessidades energéticas abrangidas de modo substancial pelas renováveis, por isso é um bom exemplo a seguir na construção de edifícios. |
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| Autores principais: | Guiga, Sónia Darmendra |
| Assunto: | NZEB Monitorização Edifícios inteligentes Indicador inteligente Desempenho energético Teses de mestrado - 2020 |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A arte de construir remonta para tempos muito longínquos, contudo os edifícios passaram a ter um consumo de energia progressivamente maior devido aos variados usos finais existentes. As Alterações Climáticas são um fator impactante no consumo dos edifícios já que o efeito de estufa provoca uma concentração de energia no ambiente que se manifesta pela volatilidade atmosférica e verões muito quentes. Os edifícios passam a ter uma maior necessidade de climatização visto que a ventilação natural é impossibilitada. Estes e outros diversos problemas promovem a necessidade de construir edifícios cada vez mais sustentáveis e adaptáveis temporalmente e espacialmente. Uma possibilidade é os edifícios NZEB que se caracterizam pela sua sustentabilidade, elevada eficiência energética e baixo consumo de energia através da adoção de diferentes estratégias como integração de métodos passivos e incorporação de renováveis. A monitorização pode promover a diminuição do consumo energético e este trabalho visa averiguar esse facto monitorizando o Solar XXI, o único edifício de serviços NZEB em Portugal. Uma outra solução pode passar pelos edifícios inteligentes e, isso será estudado recorrendo às salas de teste do Solar XXI cujos sistemas técnicos foram automatizados. O consumo energético foi estimado em 83,6 kWhEP/m2 .ano e a produção energética foi avaliada em 64,4 kWhEP/m2 .ano. A fração renovável local ronda os 77% pelo que, de modo geral, o Solar XXI consegue obter a classe energética A. É esperado que o desempenho energético do edifício aumente com a implementação da automatização e do sistema de monitorização mais detalhado, todavia não foi possível apurar os impactos gerados até o momento. Apesar do Solar XXI não ter um balanço energético nulo e ainda existir um grande potencial de aperfeiçoamento, trata-se um edifício sustentável com necessidades energéticas abrangidas de modo substancial pelas renováveis, por isso é um bom exemplo a seguir na construção de edifícios. |
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