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[Review] Arnaud Fossier, Johann Petitjean, Clemence Revest (edd.), Écritures Grises. Les instruments de travail des administrations (XIIe-XVIIe siècle)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este livro, em que o objeto ou fenómeno de estudo é a escrita cinzenta, os instrumentos, as práticas administrativas, a génese das administrações, no processo de construção dos estados na Europa, é delimitado por um conjunto de estudos de caso referentes aos escritos produzidos e meios empregados pelas administrações do poder para a realização das tarefas decorrentes do seu funcionamento, no contexto de uma produção oficial ou de uma tomada de decisão pública, entre os séculos XII a XVII, no espaço Euro-Mediterrânico, mas estendendo-se também para o Sacro Império Romano-Germânico, a Flandres, o Novo Mundo, e os Países Baixos Espanhóis. As comunas do Norte e Centro de Itália, da Provença e do Languedoque, as cortes dos Papas de Roma e Avinhão, do Imperador Germânico-Siciliano, do Rei de Aragão, do Conselho das Índias, a Península Ibérica, no âmbito das cidades de Marselha e Montpellier, o Papado de Avinhão, a Coroa de Aragão, o Império Espanhol, e mesmo a Córsega, servem de cenário para os estudos em sede dos contextos de produção dedicada em instituições políticas e aparelhos de governo, como as chancelarias episcopais, as comunas, reinos, senhorios, papado e império. Digno de nota é a ausência de Portugal nesta delimitação geográfica.
Autores principais:Corujo, Luís, 1976-
Assunto:Arquivos Idade Média Administração
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:recensão
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este livro, em que o objeto ou fenómeno de estudo é a escrita cinzenta, os instrumentos, as práticas administrativas, a génese das administrações, no processo de construção dos estados na Europa, é delimitado por um conjunto de estudos de caso referentes aos escritos produzidos e meios empregados pelas administrações do poder para a realização das tarefas decorrentes do seu funcionamento, no contexto de uma produção oficial ou de uma tomada de decisão pública, entre os séculos XII a XVII, no espaço Euro-Mediterrânico, mas estendendo-se também para o Sacro Império Romano-Germânico, a Flandres, o Novo Mundo, e os Países Baixos Espanhóis. As comunas do Norte e Centro de Itália, da Provença e do Languedoque, as cortes dos Papas de Roma e Avinhão, do Imperador Germânico-Siciliano, do Rei de Aragão, do Conselho das Índias, a Península Ibérica, no âmbito das cidades de Marselha e Montpellier, o Papado de Avinhão, a Coroa de Aragão, o Império Espanhol, e mesmo a Córsega, servem de cenário para os estudos em sede dos contextos de produção dedicada em instituições políticas e aparelhos de governo, como as chancelarias episcopais, as comunas, reinos, senhorios, papado e império. Digno de nota é a ausência de Portugal nesta delimitação geográfica.