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Júlio César Machado cronista de teatro: os folhetins d'A revolução de Setembro e do Diário de Notícias

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Através do folhetim – uma categoria jornalístico-literária indissociável da imprensa periódica oitocentista –, procuramos nesta dissertação traçar um panorama do movimento teatral de Lisboa entre os anos de 1850 e 1890. Para isso, recorremos aos folhetins de Júlio César Machado, celebrado autor na época, particularmente os d’A Revolução de Setembro e os do Diário de notícias. Tratando-se de uma figura muito ligada ao teatro – como tradutor, dramaturgo, biógrafo e crítico –, revela-se um observador atento das transformações que a sociedade sofre, bem como dos sinais de mudança nas correntes artísticas. O olhar que Júlio César Machado lança sobre os espectáculos, os públicos, as figuras de palco e a literatura dramática, transposto para as suas crónicas em folhetim, e para a sua obra em geral, ergue-se, assim, como importante documento para a história do teatro em Portugal.
Autores principais:Ferreira, Licínia Rodrigues
Assunto:Machado, Júlio César, 1835-1890 Teatro - Portugal - séc.19 Imprensa periódica - Portugal - séc.19 Teses de mestrado - 2011
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Através do folhetim – uma categoria jornalístico-literária indissociável da imprensa periódica oitocentista –, procuramos nesta dissertação traçar um panorama do movimento teatral de Lisboa entre os anos de 1850 e 1890. Para isso, recorremos aos folhetins de Júlio César Machado, celebrado autor na época, particularmente os d’A Revolução de Setembro e os do Diário de notícias. Tratando-se de uma figura muito ligada ao teatro – como tradutor, dramaturgo, biógrafo e crítico –, revela-se um observador atento das transformações que a sociedade sofre, bem como dos sinais de mudança nas correntes artísticas. O olhar que Júlio César Machado lança sobre os espectáculos, os públicos, as figuras de palco e a literatura dramática, transposto para as suas crónicas em folhetim, e para a sua obra em geral, ergue-se, assim, como importante documento para a história do teatro em Portugal.