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[In]Forma: o desenho como estratégia gráfica do design de cartaz da contracultura

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo trata a incorporação do desenho nos cartazes do Psicadelismo do final da década de 1960 como estratégia gráfica capaz de promover mudanças sociais, políticas e artísticas. Propõe-se um estudo visual a um conjunto de cartazes britânicos e americanos, incluindo aqueles de Hapshash and the Coloured Coat, Mike McInnerney, Victor Moscoso, Wes Wilson e Bonnie McLean. A investigação tem o objetivo de verificar o papel da ilustração na veiculação dos propósitos de revolta e de transcendência mística da contracultura. A metodologia inclui a recolha bibliográfica e de dados, assim como a utilização de uma grelha de análise, dividida em parâmetros de observação. A liberdade metodológica, resultante da integração da ilustração no layout, fez com que os cartazes se transformassem na própria mensagem, surgindo como um espaço para a experimentação visual e social, pronta a desafiar os paradigmas do design moderno e da própria sociedade.
Autores principais:Duque, Juliana F.
Assunto:Desenho Design gráfico Ilustração Cartazes Psicadelismo Contracultura Anos 60 Congressos - Actas
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este artigo trata a incorporação do desenho nos cartazes do Psicadelismo do final da década de 1960 como estratégia gráfica capaz de promover mudanças sociais, políticas e artísticas. Propõe-se um estudo visual a um conjunto de cartazes britânicos e americanos, incluindo aqueles de Hapshash and the Coloured Coat, Mike McInnerney, Victor Moscoso, Wes Wilson e Bonnie McLean. A investigação tem o objetivo de verificar o papel da ilustração na veiculação dos propósitos de revolta e de transcendência mística da contracultura. A metodologia inclui a recolha bibliográfica e de dados, assim como a utilização de uma grelha de análise, dividida em parâmetros de observação. A liberdade metodológica, resultante da integração da ilustração no layout, fez com que os cartazes se transformassem na própria mensagem, surgindo como um espaço para a experimentação visual e social, pronta a desafiar os paradigmas do design moderno e da própria sociedade.