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Provas de agregação - Rede urbana e competitividade em economia aberta
| Resumo: | O objecto da liçao será a realizaçao de uma reflexao em torno da adaptabilidade dos modelos tradicionais ( Christall e Lõsch) para interpretarem o comportamento das redes urbanas em economia aberta e a identificação de condições de competitividade que permitam hoje às cidades afirmarem-se criadoras de riqueza num mundo de economia aberta e de crescente concurrencialidade. Neste contexto modifica-se o relacionamento de cada uma das cidades com o seu espaço envolvente, cuja natureza muda, aumentando de dimensão, deixando de ser o espaço regional ou nacional, para passar a ser o espaço internacional. No novo enquadramento, as cidades da rede vêm-se obrigadas a enfrentarem um ambiente de competitividade que, desconheciam no modelo teórico anterior, que as obriga a estabelecerem relações horizontais com cidades de diferentes nfveis, o que não é compatível com esse modelo e obriga à tentativa da formulação de um novo paradigma. O novo paradigma vai buscar elementos à análise de redes ( network analysis), mas não dispensa alguns dos elementos do paradigma anterior. Uma síntese dos dois modelos pode ser encontrada através da incorporação de elementos retirados da Teoria Geral dos Sistemas. |
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| Autores principais: | Alves, Manuel Brandão de Vasconcelos |
| Ano: | 1993 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O objecto da liçao será a realizaçao de uma reflexao em torno da adaptabilidade dos modelos tradicionais ( Christall e Lõsch) para interpretarem o comportamento das redes urbanas em economia aberta e a identificação de condições de competitividade que permitam hoje às cidades afirmarem-se criadoras de riqueza num mundo de economia aberta e de crescente concurrencialidade. Neste contexto modifica-se o relacionamento de cada uma das cidades com o seu espaço envolvente, cuja natureza muda, aumentando de dimensão, deixando de ser o espaço regional ou nacional, para passar a ser o espaço internacional. No novo enquadramento, as cidades da rede vêm-se obrigadas a enfrentarem um ambiente de competitividade que, desconheciam no modelo teórico anterior, que as obriga a estabelecerem relações horizontais com cidades de diferentes nfveis, o que não é compatível com esse modelo e obriga à tentativa da formulação de um novo paradigma. O novo paradigma vai buscar elementos à análise de redes ( network analysis), mas não dispensa alguns dos elementos do paradigma anterior. Uma síntese dos dois modelos pode ser encontrada através da incorporação de elementos retirados da Teoria Geral dos Sistemas. |
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