Publicação
Papel da reconciliação terapêutica na prevenção de eventos adversos a medicamentos
| Resumo: | A Reconciliação Terapêutica é um processo sistematizado, que avalia e compara a lista completa de medicação do doente em ambulatório, com a prescrição médica hospitalar, levando a detecção de diferenças (discrepâncias). São as discrepâncias não intencionais que têm potencial para se tornarem erros de medicação, podendo causar danos ao doente, e que necessitam de intervenção no âmbito da Reconciliação Terapêutica. O processo da Reconciliação Terapêutica tem por objectivo reduzir os erros de medicação e os eventos adversos, bem como os custos a eles associados, mas também conseguir melhorar a comunicação entre profissionais de saúde e promover a adesão à terapêutica. A responsabilidade pela Reconciliação Terapêutica é partilhada por diferentes profissionais de saúde (enfermeiros, farmacêuticos, médicos) juntamente com os doentes e familiares. Um projecto desta magnitude que envolve diferentes equipas de profissionais e o próprio doente, não é fácil de implementar, devido a vários factores. São exemplo de factores, a falta de recursos humanos e a não adequação de sistemas de tecnologias de informação que permitam o fácil acesso e tratamento dos dados. O acesso à história farmacoterapêutica completa do doente é talvez a maior limitação deste processo. Um registo clínico informatizado único para os cuidados primários e cuidados especializados que inclua toda a medicação do doente dá hoje os primeiros passos. |
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| Autores principais: | Trindade, Alina Baptista da |
| Assunto: | Reconciliação terapêutica Discrepâncias Erros de medicação Mestrado Integrado - 2014 |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A Reconciliação Terapêutica é um processo sistematizado, que avalia e compara a lista completa de medicação do doente em ambulatório, com a prescrição médica hospitalar, levando a detecção de diferenças (discrepâncias). São as discrepâncias não intencionais que têm potencial para se tornarem erros de medicação, podendo causar danos ao doente, e que necessitam de intervenção no âmbito da Reconciliação Terapêutica. O processo da Reconciliação Terapêutica tem por objectivo reduzir os erros de medicação e os eventos adversos, bem como os custos a eles associados, mas também conseguir melhorar a comunicação entre profissionais de saúde e promover a adesão à terapêutica. A responsabilidade pela Reconciliação Terapêutica é partilhada por diferentes profissionais de saúde (enfermeiros, farmacêuticos, médicos) juntamente com os doentes e familiares. Um projecto desta magnitude que envolve diferentes equipas de profissionais e o próprio doente, não é fácil de implementar, devido a vários factores. São exemplo de factores, a falta de recursos humanos e a não adequação de sistemas de tecnologias de informação que permitam o fácil acesso e tratamento dos dados. O acesso à história farmacoterapêutica completa do doente é talvez a maior limitação deste processo. Um registo clínico informatizado único para os cuidados primários e cuidados especializados que inclua toda a medicação do doente dá hoje os primeiros passos. |
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