Publicação
Non-invasive intracranial pressure monitoring and its applicability in spaceflight
| Resumo: | Uma das principais prioridades na saúde de astronautas que realizam viagens de longa duração, são achados neuro-oftalmológicos atualmente definidos como Spaceflight-Associated Neuro-ocular Syndrome (SANS). Estes achados consistem em alterações oculares como papiledema, achatamento do globo ocular e dilatação da bainha do nervo óptico. Estas alterações foram já demonstradas em vários artigos que avaliaram astronautas, não só após longa exposição a ambientes de microgravidade, como após exposições mais curtas. Apesar de etiologicamente multifatorial e ainda parcialmente compreendido, as semelhanças que este síndrome apresenta com a hipertensão intracraniana idiopática sugere que estas alterações possam derivar de variações ou aumento da pressão intracraniana (PIC). No entanto, para se medir a PIC, o atual gold standard para a sua medição consiste na colocação de um sensor intraventricular e/ou intraparenquimatoso ou na realização de uma punção lombar. Além dos riscos e complicações que uma medição invasiva acarreta, conceptualmente manifesta-se problemático executar num contexto de viagem espacial. Como tal, torna-se essencial descobrir um método não-invasivo acessível, portátil e fiável de monitorizar a PIC durante esse tipo de viagens. |
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| Autores principais: | Félix, Hugo Mineiro |
| Assunto: | Medição não invasiva da pressão intracraniana Doppler transcraniano Spaceflight-Associated Neuro-ocular Syndrome Optical nerve sheath diameter Neurocirurgia |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Uma das principais prioridades na saúde de astronautas que realizam viagens de longa duração, são achados neuro-oftalmológicos atualmente definidos como Spaceflight-Associated Neuro-ocular Syndrome (SANS). Estes achados consistem em alterações oculares como papiledema, achatamento do globo ocular e dilatação da bainha do nervo óptico. Estas alterações foram já demonstradas em vários artigos que avaliaram astronautas, não só após longa exposição a ambientes de microgravidade, como após exposições mais curtas. Apesar de etiologicamente multifatorial e ainda parcialmente compreendido, as semelhanças que este síndrome apresenta com a hipertensão intracraniana idiopática sugere que estas alterações possam derivar de variações ou aumento da pressão intracraniana (PIC). No entanto, para se medir a PIC, o atual gold standard para a sua medição consiste na colocação de um sensor intraventricular e/ou intraparenquimatoso ou na realização de uma punção lombar. Além dos riscos e complicações que uma medição invasiva acarreta, conceptualmente manifesta-se problemático executar num contexto de viagem espacial. Como tal, torna-se essencial descobrir um método não-invasivo acessível, portátil e fiável de monitorizar a PIC durante esse tipo de viagens. |
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