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Diagnóstico de cancro da próstata e PSA : um caso clínico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde a descoberta em 1970 do PSA, e após aprovação, em 1986, pela FDA do seu doseamento na previsão de recorrência do cancro da próstata de doentes anteriormente diagnosticados e intervencionados, que muito mudou na forma como este antigénio tem sido utilizado. O cancro da próstata é um dos tipos de cancro mais diagnosticado em homens, tendo-se apostado cada vez mais na procura de métodos de rastreio. O PSA foi um dos mais utilizados off-label, após a sua aprovação pela FDA, sendo atualmente um método difundido por todo o mundo importante no tratamento de milhões de doentes. Vários são os estudos que colocam em causa estas intervenções, existindo entidades a nível mundial, como a United States Preventive Services Task Force e American Urological Association que desaconselham o rastreio de homens assintomáticos acima dos 50 anos, sem fatores de risco de cancro da próstata. Segue um caso clínico que ilustra um exemplo de um doente a quem foi diagnosticado cancro da próstata, tendo como ponto de partida o doseamento do PSA e uma descrição e análise do percurso do tratamento e consequências que advieram para a sua saúde física e psicológica.
Autores principais:Vieira, Ana Maria Crisóstomo de Oliveira e Silva
Assunto:Próstata Neoplasias da próstata Antígeno prostático específico (PSA)
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Desde a descoberta em 1970 do PSA, e após aprovação, em 1986, pela FDA do seu doseamento na previsão de recorrência do cancro da próstata de doentes anteriormente diagnosticados e intervencionados, que muito mudou na forma como este antigénio tem sido utilizado. O cancro da próstata é um dos tipos de cancro mais diagnosticado em homens, tendo-se apostado cada vez mais na procura de métodos de rastreio. O PSA foi um dos mais utilizados off-label, após a sua aprovação pela FDA, sendo atualmente um método difundido por todo o mundo importante no tratamento de milhões de doentes. Vários são os estudos que colocam em causa estas intervenções, existindo entidades a nível mundial, como a United States Preventive Services Task Force e American Urological Association que desaconselham o rastreio de homens assintomáticos acima dos 50 anos, sem fatores de risco de cancro da próstata. Segue um caso clínico que ilustra um exemplo de um doente a quem foi diagnosticado cancro da próstata, tendo como ponto de partida o doseamento do PSA e uma descrição e análise do percurso do tratamento e consequências que advieram para a sua saúde física e psicológica.