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Prática desportiva federada não-profissional e fatores facilitadores do trabalho : o papel da resiliência, da gestão de tempo e do engagement

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Hoje em dia, mais do que atrair e reter os colaboradores com competências técnicas, os gestores pretendem descobrir e conservar os melhores talentos, em termos de competências comportamentais, do mercado. O presente estudo tem como objetivo perceber se terão os colaboradores que são ou foram atletas federados não-profissionais algo mais a oferecer à organização no que concerne a essas mesmas competências comportamentais e se estas se constituem como facilitadores de trabalho. As três competências comportamentais estudadas são a resiliência (capacidade de adaptação de cada indivíduo às adversidades e subsequente recuperação do seu equilíbrio emocional), a gestão de tempo (dever de alocar adequada e sequencialmente o tempo às tarefas mais importantes para que desta forma se utilize o tempo da forma mais inteligente) e o engagement (estado mental positivo e satisfatório, caracterizado pelo vigor, a dedicação e a absorção). O desporto federado não profissional mostra-se relevante dado que algumas das skills necessárias para a obtenção de sucesso nesta atividade são transferíveis para os contextos do dia-a-dia laboral. O estudo tem um cariz quantitativo, através da recolha de dados por um questionário online aplicado a uma amostra de 150 atletas e não atletas federados não-profissionais, gerada através da técnica de amostragem bola-de-neve.
Autores principais:Martinho, Mara Solange Duarte
Assunto:resiliência gestão de tempo engagement desporto federado não profissional resilience time management unprofessional competitive sport
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Hoje em dia, mais do que atrair e reter os colaboradores com competências técnicas, os gestores pretendem descobrir e conservar os melhores talentos, em termos de competências comportamentais, do mercado. O presente estudo tem como objetivo perceber se terão os colaboradores que são ou foram atletas federados não-profissionais algo mais a oferecer à organização no que concerne a essas mesmas competências comportamentais e se estas se constituem como facilitadores de trabalho. As três competências comportamentais estudadas são a resiliência (capacidade de adaptação de cada indivíduo às adversidades e subsequente recuperação do seu equilíbrio emocional), a gestão de tempo (dever de alocar adequada e sequencialmente o tempo às tarefas mais importantes para que desta forma se utilize o tempo da forma mais inteligente) e o engagement (estado mental positivo e satisfatório, caracterizado pelo vigor, a dedicação e a absorção). O desporto federado não profissional mostra-se relevante dado que algumas das skills necessárias para a obtenção de sucesso nesta atividade são transferíveis para os contextos do dia-a-dia laboral. O estudo tem um cariz quantitativo, através da recolha de dados por um questionário online aplicado a uma amostra de 150 atletas e não atletas federados não-profissionais, gerada através da técnica de amostragem bola-de-neve.