Publicação
Estudo dos indicadores de aptidão física: força e fexibilidade em participantes de programas de exercício comunitário
| Resumo: | A força e a flexibilidade são duas componentes da aptidão física importantes no que diz respeito ao envelhecimento. Com o envelhecimento existe um declínio destas duas capacidades que comprometem a independência e funcionalidade do indivíduo na sociedade. Objetivo: O objetivo principal deste estudo é avaliar indicadores de aptidão física – força e flexibilidade - e saúde mental em praticantes de programas de exercício comunitário. Métodos: Como critérios de inclusão foi estipulado indivíduos que frequentassem um programa comunitário da CMO, ter mais de 55 anos e não possuir nenhuma doença incapacitante. Como critérios de exclusão, todos os indivíduos que estivessem no programa há menos de 1 mês ou que possuíssem limitações físicas e/ou cognitivas que afetassem a realização dos testes. A força foi avaliada através do teste de preensão manual e o teste de sentar/levantar da cadeira (30seg). A flexibilidade foi avaliada através do teste de alcançar atrás das costas e sentar e alcançar. A composição corporal foi avaliada através da bio impedância elétrica (tanita BC-545N), nível de atividade física pelo International Physivcal Activity Questionnaire (IPAQ) e o estado de saúde psicológico pelo Inventário de Depressão de Beck. A amostra foi dividida em quatro grupos: grupo da residência, grupo de alongamentos, grupo de hidroginástica e grupo de ginástica. Resultados: A amostra final incluiu 75 participantes (75,40 ± 6,53 anos; IMC= 27,95 kg/m2). No teste do senta e levanta verificou-se uma diferença significativa entre o grupo da residência e todos os outros grupos (residência-alongamentos: p= 0,007; residência-hidroginástica p< 0,001; residência-ginástica: p<0,001); tal como no teste de flexibilidade do ombro direito (residência- alongamentos: p=0,008 ; residência-hidroginástica: p= 0,001; residência-ginástica: p= 0,024). No ombro esquerdo apenas encontrámos diferenças significativas entre o grupo da residência e o grupo de hidroginástica (p=0,030) e o grupo da residência e o de alongamentos (p=0,037). Analisando o IPAQ, verificou-se que em todos os grupos encontramos indivíduos muito ativos, ativos e inativos. Conclusão: Em todos os testes físicos aplicados os melhores resultados encontram-se nos grupos que praticam algum exercício físico de forma regular. Mesmo praticando exercício físico 2x na semana há indivíduos que não cumprem os critérios para serem considerados ativos. |
|---|---|
| Autores principais: | Santos, Carina Sofia dos |
| Assunto: | Aptidão Física Envelhecimento Força Flexibilidade Physical Fitness Aging Strength Flexibility |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A força e a flexibilidade são duas componentes da aptidão física importantes no que diz respeito ao envelhecimento. Com o envelhecimento existe um declínio destas duas capacidades que comprometem a independência e funcionalidade do indivíduo na sociedade. Objetivo: O objetivo principal deste estudo é avaliar indicadores de aptidão física – força e flexibilidade - e saúde mental em praticantes de programas de exercício comunitário. Métodos: Como critérios de inclusão foi estipulado indivíduos que frequentassem um programa comunitário da CMO, ter mais de 55 anos e não possuir nenhuma doença incapacitante. Como critérios de exclusão, todos os indivíduos que estivessem no programa há menos de 1 mês ou que possuíssem limitações físicas e/ou cognitivas que afetassem a realização dos testes. A força foi avaliada através do teste de preensão manual e o teste de sentar/levantar da cadeira (30seg). A flexibilidade foi avaliada através do teste de alcançar atrás das costas e sentar e alcançar. A composição corporal foi avaliada através da bio impedância elétrica (tanita BC-545N), nível de atividade física pelo International Physivcal Activity Questionnaire (IPAQ) e o estado de saúde psicológico pelo Inventário de Depressão de Beck. A amostra foi dividida em quatro grupos: grupo da residência, grupo de alongamentos, grupo de hidroginástica e grupo de ginástica. Resultados: A amostra final incluiu 75 participantes (75,40 ± 6,53 anos; IMC= 27,95 kg/m2). No teste do senta e levanta verificou-se uma diferença significativa entre o grupo da residência e todos os outros grupos (residência-alongamentos: p= 0,007; residência-hidroginástica p< 0,001; residência-ginástica: p<0,001); tal como no teste de flexibilidade do ombro direito (residência- alongamentos: p=0,008 ; residência-hidroginástica: p= 0,001; residência-ginástica: p= 0,024). No ombro esquerdo apenas encontrámos diferenças significativas entre o grupo da residência e o grupo de hidroginástica (p=0,030) e o grupo da residência e o de alongamentos (p=0,037). Analisando o IPAQ, verificou-se que em todos os grupos encontramos indivíduos muito ativos, ativos e inativos. Conclusão: Em todos os testes físicos aplicados os melhores resultados encontram-se nos grupos que praticam algum exercício físico de forma regular. Mesmo praticando exercício físico 2x na semana há indivíduos que não cumprem os critérios para serem considerados ativos. |
|---|