Publicação
Equilíbrio de mercado e óptimo numa economia espacial
| Resumo: | 0 objectivo deste artigo e estabelecer a natureza e o grau da divergência numa economia espacial entre o equilíbrio de mercado, resultante da maximização do lucro pelas empresas, e o óptimo social do ponto de vista de todos os agentes económicos, produtores e consumidores. Esta comparação será feita do ponto de vista da localização da actividade produtiva. E conhecido que, numa economia espacial, se verifica um trade-off entre economias de escala, que levam a concentração espacial da produção, e custos de transporte, que acentuam a tendência a multiplicação das unidades produtivas no espaço. Pretendemos avaliar, em termos de óptimo social, o modo como o mercado precede a esta arbitragem, no caso particular em que existem assimetrias na distribuição espacial da população e da procura (v. NORMAN, 1977). Será, então possível retirar conclusões sabre a necessidade e o conteúdo de uma política regional. |
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| Autores principais: | Pontes, José Pedro |
| Assunto: | Economia espacial Política regional Descentralização Localização das empresas Aglomeração Custo dos transportes Competitividade Modelo econométrico |
| Ano: | 1986 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | 0 objectivo deste artigo e estabelecer a natureza e o grau da divergência numa economia espacial entre o equilíbrio de mercado, resultante da maximização do lucro pelas empresas, e o óptimo social do ponto de vista de todos os agentes económicos, produtores e consumidores. Esta comparação será feita do ponto de vista da localização da actividade produtiva. E conhecido que, numa economia espacial, se verifica um trade-off entre economias de escala, que levam a concentração espacial da produção, e custos de transporte, que acentuam a tendência a multiplicação das unidades produtivas no espaço. Pretendemos avaliar, em termos de óptimo social, o modo como o mercado precede a esta arbitragem, no caso particular em que existem assimetrias na distribuição espacial da população e da procura (v. NORMAN, 1977). Será, então possível retirar conclusões sabre a necessidade e o conteúdo de uma política regional. |
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