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Export intensity and financial performance of Portuguese Small and Medium Enterprises (SME)

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Resumo:O objectivo desta investigação é estudar a intensidade exportadora das Pequenas e Médias Empresas (PME) em Portugal. A relação entre a intensidade exportadora e o desempenho financeiro é analisado em detalhe. A análise empírica é baseada na amostra das PME da indústria transformadora obtida através dos dados contabilísticos do Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE). São analisados dois modelos de intensidade exportadora das PME, linear e probit, tendo em conta dois tipos de variáveis dependentes: (i) a percentagem das vendas no mercado externo (considerando-se; e (ii) uma variável binária que mede a predominância exportadora (valor 1 para percentagens de vendas externas superiores a 50%). Como variáveis explicativas foram testadas variáveis relacionadas com as características das empresas (por exemplo, dimensão, nível tecnológico, custos salariais) e com o desempenho financeiro (por exemplo, endividamento, autonomia financeira). Os resultados são mistos dependendo do modelo e da amostra estudada, no entanto, no geral, o retorno sobre os activos, a produtividade, o resultado líquido e o rácio da dívida têm uma relação positiva com a intensidade exportadora. A dimensão e o nível tecnológico também têm um impacto positivo. O salário médio por trabalhador tem um efeito negativo na intensidade exportadora, sugerindo uma competitividade internacional baseada nos custos.
Autores principais:Tomás, Rafael da Fonseca
Assunto:PME Portuguesas Intensidade Exportadora Performance Financeira Indústria Transformadora Portuguese SME's Export Intensity Financial Performance Manufacturing Industry
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O objectivo desta investigação é estudar a intensidade exportadora das Pequenas e Médias Empresas (PME) em Portugal. A relação entre a intensidade exportadora e o desempenho financeiro é analisado em detalhe. A análise empírica é baseada na amostra das PME da indústria transformadora obtida através dos dados contabilísticos do Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE). São analisados dois modelos de intensidade exportadora das PME, linear e probit, tendo em conta dois tipos de variáveis dependentes: (i) a percentagem das vendas no mercado externo (considerando-se; e (ii) uma variável binária que mede a predominância exportadora (valor 1 para percentagens de vendas externas superiores a 50%). Como variáveis explicativas foram testadas variáveis relacionadas com as características das empresas (por exemplo, dimensão, nível tecnológico, custos salariais) e com o desempenho financeiro (por exemplo, endividamento, autonomia financeira). Os resultados são mistos dependendo do modelo e da amostra estudada, no entanto, no geral, o retorno sobre os activos, a produtividade, o resultado líquido e o rácio da dívida têm uma relação positiva com a intensidade exportadora. A dimensão e o nível tecnológico também têm um impacto positivo. O salário médio por trabalhador tem um efeito negativo na intensidade exportadora, sugerindo uma competitividade internacional baseada nos custos.