Publicação
O figurino na ficção cinematográfica. Adrian e Colleen Atwood. Design de figurinos
| Resumo: | O cinema e a moda sempre estiveram relacionados, são vários os criadores de moda que prestaram contributo para figurinos no cinema, assim como, os figurinistas que inspiraram tendências no mundo da moda. No entanto um designer de moda não é um figurinista, embora ambos lidem com vestuário operando de formas comparáveis, a finalidade é sempre para alcançar intenções e objectivos distintos e específicos. Interessa portanto apurar o papel do figurino nas suas condicionantes cinematográficas, para além daquelas que decorrem do design de moda e que condicionam o seu projecto. Os figurinos desempenham uma função muito importante na ficção cinematográfica, em conjunto com outros elementos que a compõem. Revela-se necessário entender como todos os elementos visuais e também psicológicos operam, para criar uma ligação entre o cinema e o figurino, de modo a analisar esse valor e contexto. Nos estudos de casos são analisados em particular o trabalho de dois importantes designers de figurinos para o cinema, Adrian e Colleen Atwood, numa análise pormenorizada de alguns dos filmes em que colaboraram. Ambos pertencem a períodos diferentes da história e possuem em comum, para além da profissão, terem sido os responsáveis por diversos filmes do género de fantasia. Adrian para The Wizard of Oz (1939) e Colleen Atwood na interpretação do imaginário, tão peculiar, do cineasta Tim Burton, nos figurinos de alguns filmes que projectou, todos do género fantástico. A escolha destes dois designers não foi arbitrária, pretendeu-se que fossem analisados figurinos pertencentes a relatos históricos diferentes no cinema, neste caso, o cinema clássico e o cinema contemporâneo, para que se possam analisar as componentes que o avanço histórico apresentou. Com esta investigação pretende-se, portanto, mostrar como o design de figurinos funciona no cinema, quais as suas ferramentas e metodologias e como se relaciona com as outras condicionantes e técnicas do universo cinematográfico. Procura-se o seu contributo para o resultado final na narrativa ficcional na construção de personagens, ambientes e emoções. |
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| Autores principais: | Conceição, Daniela Águas Campos da |
| Assunto: | Design de moda Design de figurinos Cinema de fantasia Adrian Colleen Arwood Fashion design Costume design Fantasy cinema |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O cinema e a moda sempre estiveram relacionados, são vários os criadores de moda que prestaram contributo para figurinos no cinema, assim como, os figurinistas que inspiraram tendências no mundo da moda. No entanto um designer de moda não é um figurinista, embora ambos lidem com vestuário operando de formas comparáveis, a finalidade é sempre para alcançar intenções e objectivos distintos e específicos. Interessa portanto apurar o papel do figurino nas suas condicionantes cinematográficas, para além daquelas que decorrem do design de moda e que condicionam o seu projecto. Os figurinos desempenham uma função muito importante na ficção cinematográfica, em conjunto com outros elementos que a compõem. Revela-se necessário entender como todos os elementos visuais e também psicológicos operam, para criar uma ligação entre o cinema e o figurino, de modo a analisar esse valor e contexto. Nos estudos de casos são analisados em particular o trabalho de dois importantes designers de figurinos para o cinema, Adrian e Colleen Atwood, numa análise pormenorizada de alguns dos filmes em que colaboraram. Ambos pertencem a períodos diferentes da história e possuem em comum, para além da profissão, terem sido os responsáveis por diversos filmes do género de fantasia. Adrian para The Wizard of Oz (1939) e Colleen Atwood na interpretação do imaginário, tão peculiar, do cineasta Tim Burton, nos figurinos de alguns filmes que projectou, todos do género fantástico. A escolha destes dois designers não foi arbitrária, pretendeu-se que fossem analisados figurinos pertencentes a relatos históricos diferentes no cinema, neste caso, o cinema clássico e o cinema contemporâneo, para que se possam analisar as componentes que o avanço histórico apresentou. Com esta investigação pretende-se, portanto, mostrar como o design de figurinos funciona no cinema, quais as suas ferramentas e metodologias e como se relaciona com as outras condicionantes e técnicas do universo cinematográfico. Procura-se o seu contributo para o resultado final na narrativa ficcional na construção de personagens, ambientes e emoções. |
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