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Redondo, sem início e sem fim

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Resumo:Este ensaio explora o significante ponto de três maneiras: como ponto turístico, como ponto simbólico e como ponto real. Aborda, também, a ideia de ponto turístico como um falo imaginário que rompe com a serialidade do cotidiano, destacando uma série de intervenções artísticas que abrem campo de discussão para a psicanálise e para a teoria estética. Nisso, a dimensão de movimento é compreendida como geradora de efeitos gramaticais e subjetivos, relacionando-os à luta social, às castrações e aos processos de subjetivação presentes no sujeito. Por fim, explora onde a linguagem é interrompida para emergir um novo discurso.
Autores principais:Jung de Campos, Luciene
Outros Autores:Nodari, Abner
Assunto:Arte Psicanálise Análise do discurso Turismo
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este ensaio explora o significante ponto de três maneiras: como ponto turístico, como ponto simbólico e como ponto real. Aborda, também, a ideia de ponto turístico como um falo imaginário que rompe com a serialidade do cotidiano, destacando uma série de intervenções artísticas que abrem campo de discussão para a psicanálise e para a teoria estética. Nisso, a dimensão de movimento é compreendida como geradora de efeitos gramaticais e subjetivos, relacionando-os à luta social, às castrações e aos processos de subjetivação presentes no sujeito. Por fim, explora onde a linguagem é interrompida para emergir um novo discurso.