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Certificação energética de edifícios solares passivos: edifícios residenciais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Mais do que aumentar o número de edifícios que cumpram os actuais requisitos mínimos de desempenho energético, deve ser promovida a implementação de edifícios que superem estes requisitos mínimos, possuindo um baixo consumo energético e, consequentemente, baixas emissões de dióxido de carbono. Este trabalho foca-se numa habitação Portuguesa que integra estratégias solares passivas (orientação a Sul, soluções construtivas e distribuição dos espaços interiores) de modo que as suas necessidades energéticas sejam reduzidas, estando aliados a estas medidas sistemas de aquecimento, arrefecimento e produção de águas quentes sanitárias (AQS) alimentados por fontes de energia renovável. Foram aplicados três métodos diferentes: dois (RCCTE de 2006 e Revisão) para a quantificação das necessidades de energia anuais de aquecimento, arrefecimento e preparação de AQS e um (baseado no Solar Load Ratio) para a quantificação exclusiva das necessidades de aquecimento. De acordo com os resultados auferidos pelos dois primeiros métodos obteve-se a classificação máxima de desempenho energético, a classe A+.
Autores principais:Santos, Carolina Fortuna dos
Assunto:Edifícios solares passivos Método RCCTE de 2006 Método revisão Método SLR Teses de mestrado - 2013
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Mais do que aumentar o número de edifícios que cumpram os actuais requisitos mínimos de desempenho energético, deve ser promovida a implementação de edifícios que superem estes requisitos mínimos, possuindo um baixo consumo energético e, consequentemente, baixas emissões de dióxido de carbono. Este trabalho foca-se numa habitação Portuguesa que integra estratégias solares passivas (orientação a Sul, soluções construtivas e distribuição dos espaços interiores) de modo que as suas necessidades energéticas sejam reduzidas, estando aliados a estas medidas sistemas de aquecimento, arrefecimento e produção de águas quentes sanitárias (AQS) alimentados por fontes de energia renovável. Foram aplicados três métodos diferentes: dois (RCCTE de 2006 e Revisão) para a quantificação das necessidades de energia anuais de aquecimento, arrefecimento e preparação de AQS e um (baseado no Solar Load Ratio) para a quantificação exclusiva das necessidades de aquecimento. De acordo com os resultados auferidos pelos dois primeiros métodos obteve-se a classificação máxima de desempenho energético, a classe A+.