Publicação

Anatomia e fisiologia da válvula nasal : artigo de revisão

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Definem-se três grupos etiológicos causadores de sintomas de congestão/obstrução nasal, entre os quais as alterações da mucosa nasal, alterações estruturais e alterações sensitivas. Salienta-se a importância do conhecimento da estrutura e da função da válvula nasal para a identificação de casos passiveis de correcção cirúrgica. Recorreu-se ao motores de busca Google Scholar e Pubmed, usando as palavras-chave “nasal valve”, “anatomy”, “physiology”, “nasal airway”, “nasal obstruction”, “swell body” e “dilator naris”. Propõe-se a distinção de três conceitos e que são a área da válvula nasal interna, a válvula nasal interna e a válvula nasal externa. A primeira é uma estrutura tridimensional que se encontra entre 1 a 1,5 cm para trás das narinas e se prolonga até cerca de 3 cm, além do seio piriforme e para dentro do cavum ósseo nasal. A segunda estrutura é bidimensional e localiza-se entre 1,65 a 2,65 cm para dentro das narinas, na porção superior da área da válvula nasal. Já a terceira estrutura, também bidimensional, encontra-se à entrada das narinas. Descreve-se a válvula nasal interna como resistência de Starling, devido ao mecanismo de colapso parcial das cartilagens laterais superiores a partir de determinado valor crítico da diferença de pressão, estabilizando a taxa de fluxo em 30 l/min, aproximadamente. Chama-se a atenção para o valor contributivo da cabeça do corneto inferior para a limitação do fluxo máximo.
Autores principais:Lavriv, Volodymyr Sergiyovych, 1991-
Assunto:Válvula nasal Nariz Mucosa nasal Obstrução nasal Cavidade nasal Otorrinolaringologia
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Definem-se três grupos etiológicos causadores de sintomas de congestão/obstrução nasal, entre os quais as alterações da mucosa nasal, alterações estruturais e alterações sensitivas. Salienta-se a importância do conhecimento da estrutura e da função da válvula nasal para a identificação de casos passiveis de correcção cirúrgica. Recorreu-se ao motores de busca Google Scholar e Pubmed, usando as palavras-chave “nasal valve”, “anatomy”, “physiology”, “nasal airway”, “nasal obstruction”, “swell body” e “dilator naris”. Propõe-se a distinção de três conceitos e que são a área da válvula nasal interna, a válvula nasal interna e a válvula nasal externa. A primeira é uma estrutura tridimensional que se encontra entre 1 a 1,5 cm para trás das narinas e se prolonga até cerca de 3 cm, além do seio piriforme e para dentro do cavum ósseo nasal. A segunda estrutura é bidimensional e localiza-se entre 1,65 a 2,65 cm para dentro das narinas, na porção superior da área da válvula nasal. Já a terceira estrutura, também bidimensional, encontra-se à entrada das narinas. Descreve-se a válvula nasal interna como resistência de Starling, devido ao mecanismo de colapso parcial das cartilagens laterais superiores a partir de determinado valor crítico da diferença de pressão, estabilizando a taxa de fluxo em 30 l/min, aproximadamente. Chama-se a atenção para o valor contributivo da cabeça do corneto inferior para a limitação do fluxo máximo.