Publicação
Anemia de doença crónica : diagnóstico e Implicações terapêuticas : artigo de revisão
| Resumo: | A Anemia de Doença Crónica (ADC) refere-se a uma anemia hipoproliferativa associada a uma variedade de doenças infeciosas, inflamatórias ou malignas que resultam numa ativação imunológica crónica. Esta leva: à diminuição da proliferação das células progenitoras eritróides, à diminuição da sobrevida dos eritrócitos e, através da hepcidina, à alteração da homeostase de ferro com diminuição do fornecimento à medula óssea (deficiência de ferro funcional). O diagnóstico dos fatores ou doenças que contribuem para a anemia é fundamental, pois a sua correção e a 1ª abordagem terapêutica. A maior dificuldade é o diagnóstico diferencial com a Anemia Ferropénica (AF) em que há depleção das reservas de ferro (deficiência de ferro “verdadeira” - DFV). São essenciais a anamnese do doente, hemograma, esfregaço de sangue, estudo do ferro (ferro sérico, transferrina, saturação de transferrina, ferritina), RST, razão RST/log ferritina, os novos índices eritrocitários (CHr, %HYPO) e os níveis de hepcidina urinária ou sérica podem ser úteis no futuro. Quando não é possível tratar a doença crónica subjacente, esta distinção influenciará a escolha da terapêutica alternativa: agentes estimuladores da eritropoiese (Eritropoietina recombinante humana ou derivados) associados ou não a suplementos de ferro. |
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| Autores principais: | Martins, Maria Isabel Da Costa Pinto Lopes |
| Assunto: | Anemia Doença crónica Diagnóstico |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A Anemia de Doença Crónica (ADC) refere-se a uma anemia hipoproliferativa associada a uma variedade de doenças infeciosas, inflamatórias ou malignas que resultam numa ativação imunológica crónica. Esta leva: à diminuição da proliferação das células progenitoras eritróides, à diminuição da sobrevida dos eritrócitos e, através da hepcidina, à alteração da homeostase de ferro com diminuição do fornecimento à medula óssea (deficiência de ferro funcional). O diagnóstico dos fatores ou doenças que contribuem para a anemia é fundamental, pois a sua correção e a 1ª abordagem terapêutica. A maior dificuldade é o diagnóstico diferencial com a Anemia Ferropénica (AF) em que há depleção das reservas de ferro (deficiência de ferro “verdadeira” - DFV). São essenciais a anamnese do doente, hemograma, esfregaço de sangue, estudo do ferro (ferro sérico, transferrina, saturação de transferrina, ferritina), RST, razão RST/log ferritina, os novos índices eritrocitários (CHr, %HYPO) e os níveis de hepcidina urinária ou sérica podem ser úteis no futuro. Quando não é possível tratar a doença crónica subjacente, esta distinção influenciará a escolha da terapêutica alternativa: agentes estimuladores da eritropoiese (Eritropoietina recombinante humana ou derivados) associados ou não a suplementos de ferro. |
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