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O aumento do salário mínimo nacional (SMN) produz efeitos positivos no emprego?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Uma avaliação temporal assume-se como essencial para averiguar a relevância do Salário Mínimo Nacional (SMN) no emprego em Portugal. A estimação de um modelo econométrico de Vetor Autorregressivo (VAR) possibilita testar a correlação e causalidade entre as diferentes variáveis, permitindo concluir, com algum grau de fiabilidade, acerca dos resultados alcançados. Os resultados obtidos neste trabalho podem indicar que a correlação entre as variáveis em análise é relativamente baixa, o que, potencialmente, pode significar que apesar do SMN ter aumentado ao longo dos últimos anos e a taxa de desemprego ter vindo a diminuir, não existe uma relação de causalidade relevante entre ambos. O mesmo acontece no caso do consumo privado, atividade económica e inflação, cujas respostas são não significativas face a impulsos do SMN. Desta forma, o aumento do SMN não parece ter um efeito positivo, ou negativo, nos níveis de emprego em Portugal.
Autores principais:Matos, Patrícia Andreia Arneiro Vicente de
Assunto:salário mínimo nacional taxa de desemprego consumo privado inflação atividade económica Portugal National minimum-wage unemployment rate private comsumption inflation rate economic activity
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Uma avaliação temporal assume-se como essencial para averiguar a relevância do Salário Mínimo Nacional (SMN) no emprego em Portugal. A estimação de um modelo econométrico de Vetor Autorregressivo (VAR) possibilita testar a correlação e causalidade entre as diferentes variáveis, permitindo concluir, com algum grau de fiabilidade, acerca dos resultados alcançados. Os resultados obtidos neste trabalho podem indicar que a correlação entre as variáveis em análise é relativamente baixa, o que, potencialmente, pode significar que apesar do SMN ter aumentado ao longo dos últimos anos e a taxa de desemprego ter vindo a diminuir, não existe uma relação de causalidade relevante entre ambos. O mesmo acontece no caso do consumo privado, atividade económica e inflação, cujas respostas são não significativas face a impulsos do SMN. Desta forma, o aumento do SMN não parece ter um efeito positivo, ou negativo, nos níveis de emprego em Portugal.