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Monitorização clínica e imunológica de doentes com doença do enxerto contra o hospedeiro crónica após infusão de células T reguladora

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Das principais complicações que ocorrem após transplante alogénico de células estaminais hematopoiéticas (TACEH), as infeções virais e a doença do enxerto contra o hospedeiro crónica (DECHc) encontram-se associadas a altas taxas de mortalidade e morbilidade [1]. Tirando partido da capacidade das células T reguladoras (Treg) de manter a tolerância periférica e suprimir respostas imunes, avalia-se com este trabalho a competência desta população infundida em doentes com DECHc de controlar a doença e possibilitar a diminuição da terapêutica imunossupressora. Simultaneamente, a capacidade das Treg de suprimirem respostas imunes levanta a possibilidade de estas células infundidas não só suprimirem os mecanismos responsáveis pela DECH, mas também respostas protetoras, aumentando assim o risco de infeções, nomeadamente a reativação de Citomegalovírus (CMV). Neste sentido, no contexto de um ensaio clínico de fase I, foram avaliadas as sintomatologias associadas a DECHc, bem como a infeção por CMV pré e pós infusão de Treg.
Autores principais:Matos, Ana Bárbara Barroso de
Assunto:Linfócitos T Doença enxerto-hospedeiro Monitorização inmunológica Hematologia
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Das principais complicações que ocorrem após transplante alogénico de células estaminais hematopoiéticas (TACEH), as infeções virais e a doença do enxerto contra o hospedeiro crónica (DECHc) encontram-se associadas a altas taxas de mortalidade e morbilidade [1]. Tirando partido da capacidade das células T reguladoras (Treg) de manter a tolerância periférica e suprimir respostas imunes, avalia-se com este trabalho a competência desta população infundida em doentes com DECHc de controlar a doença e possibilitar a diminuição da terapêutica imunossupressora. Simultaneamente, a capacidade das Treg de suprimirem respostas imunes levanta a possibilidade de estas células infundidas não só suprimirem os mecanismos responsáveis pela DECH, mas também respostas protetoras, aumentando assim o risco de infeções, nomeadamente a reativação de Citomegalovírus (CMV). Neste sentido, no contexto de um ensaio clínico de fase I, foram avaliadas as sintomatologias associadas a DECHc, bem como a infeção por CMV pré e pós infusão de Treg.