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Perturbação de jogo na adolescência : evidência científica sobre a intervenção terapêutica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Perturbação de Jogo, que foi incluída como uma perturbação aditiva sem substância na última edição do DSM (APA, 2013), consiste num comportamento de jogo persistente e recorrente, apesar das suas consequências negativas. O jogo tornou-se um dos comportamentos aditivos mais frequentes em adolescentes e jovens adultos (Secades-Villa et al., 2016). Isso pode ser devido ao crescimento da disponibilidade e acessibilidade de jogos de azar (particularmente online), o que pode resultar num aumento da prevalência de problemas de jogo nesta faixa etária (González-Roz et al., 2017). O jogo problemático tem sido associado a uma variedade de complicações, como sintomas depressivos major, uso de álcool e outras substâncias, ideação e tentativas de suicídio, ansiedade e problemas de saúde em geral (Dowling et al., 2017). O presente trabalho tem como objetivo expor a escassa evidência científica à cerca da intervenção terapêutica em adolescentes numa patologia cuja prevalência está a aumentar de forma progressiva e que se encontra associada a perturbações do humor e de ansiedade, tornando-se desta forma numa temática distinta. Para realização da presente revisão narrativa de literatura, foi levada a cabo uma pesquisa bibliográfica, dos últimos dez anos e dirigida à adolescência, com consulta de livros e manuais sobre o tema em estudo e com a pesquisa de artigos. Os artigos consultados foram obtidos com recurso ao PubMed, ao Web Of Science e ao Google Scholar.
Autores principais:Abreu, Dinarte Álvaro Rodrigues
Assunto:Perturbação de jogo Adolescência Sistema de recompensa cerebral Antagonistas de opióides Terapia cognitivo-comportamental Inibidores seletivos de recaptação de serotonina Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Perturbação de Jogo, que foi incluída como uma perturbação aditiva sem substância na última edição do DSM (APA, 2013), consiste num comportamento de jogo persistente e recorrente, apesar das suas consequências negativas. O jogo tornou-se um dos comportamentos aditivos mais frequentes em adolescentes e jovens adultos (Secades-Villa et al., 2016). Isso pode ser devido ao crescimento da disponibilidade e acessibilidade de jogos de azar (particularmente online), o que pode resultar num aumento da prevalência de problemas de jogo nesta faixa etária (González-Roz et al., 2017). O jogo problemático tem sido associado a uma variedade de complicações, como sintomas depressivos major, uso de álcool e outras substâncias, ideação e tentativas de suicídio, ansiedade e problemas de saúde em geral (Dowling et al., 2017). O presente trabalho tem como objetivo expor a escassa evidência científica à cerca da intervenção terapêutica em adolescentes numa patologia cuja prevalência está a aumentar de forma progressiva e que se encontra associada a perturbações do humor e de ansiedade, tornando-se desta forma numa temática distinta. Para realização da presente revisão narrativa de literatura, foi levada a cabo uma pesquisa bibliográfica, dos últimos dez anos e dirigida à adolescência, com consulta de livros e manuais sobre o tema em estudo e com a pesquisa de artigos. Os artigos consultados foram obtidos com recurso ao PubMed, ao Web Of Science e ao Google Scholar.