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Os desafios da moderna reengenharia aplicados à gestão empresarial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ao longo de muitos anos, desde a década de sessenta, os métodos e instumentos de gestão deram provas de fiabilidade produzindo os resultados que eram esperados. Nos anos setenta surgiram os primeiros sinais precursores da mudança, as primeiras quebras do crescimento económico devido às crises do petróleo, o desregramento das finanças internacionais com a consequente perturbação das trocas comerciais. Surgem então novos competidores na disputa dos mercados, tais como os "jovens tigres asiáticos". Em meados da década de oitenta, a liderança dos mercados tinha objectivamente mudado de mãos. Perante o desafio, as melhores organizações apuraram métodos, desenvolveram técnicas e instrumentos, criaram regras adequadas às novas circunstâncias. Nesta perspectiva surge, recente e inovadora, a reengenharia com o seu contributo decisivo para a análise e redesenho de processos, A sua dinâmica é uma nova abordagem idealizada para controlar mudanças que, para além da ênfase na qualidade, visem a redução significativa da dimensão dos ciclos de operações nas empresas (ciclo de fabricação, ciclo de lançamento de novos produtos, ele.). Trata-se de uma óptica não gradualista, mas sim, verdadeiramente revolucionária na medida em que leva a repensar globalmente as organizações dotando-as de uma nova estrutura assente em processos de negócio e não nas clássicas áreas funcionais.
Autores principais:Caetano, Alda Maria Henriques
Assunto:Reengenharia Arquitectura estratégica Processos Sistemas de informação Flexibilidade Reengineering Strategic architecture Process Information system Flexibility
Ano:1998
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Ao longo de muitos anos, desde a década de sessenta, os métodos e instumentos de gestão deram provas de fiabilidade produzindo os resultados que eram esperados. Nos anos setenta surgiram os primeiros sinais precursores da mudança, as primeiras quebras do crescimento económico devido às crises do petróleo, o desregramento das finanças internacionais com a consequente perturbação das trocas comerciais. Surgem então novos competidores na disputa dos mercados, tais como os "jovens tigres asiáticos". Em meados da década de oitenta, a liderança dos mercados tinha objectivamente mudado de mãos. Perante o desafio, as melhores organizações apuraram métodos, desenvolveram técnicas e instrumentos, criaram regras adequadas às novas circunstâncias. Nesta perspectiva surge, recente e inovadora, a reengenharia com o seu contributo decisivo para a análise e redesenho de processos, A sua dinâmica é uma nova abordagem idealizada para controlar mudanças que, para além da ênfase na qualidade, visem a redução significativa da dimensão dos ciclos de operações nas empresas (ciclo de fabricação, ciclo de lançamento de novos produtos, ele.). Trata-se de uma óptica não gradualista, mas sim, verdadeiramente revolucionária na medida em que leva a repensar globalmente as organizações dotando-as de uma nova estrutura assente em processos de negócio e não nas clássicas áreas funcionais.