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A perceção parental sobre o temperamento infantil

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Summary:Este estudo teve como principal objetivo investigar a perceção dos pais acerca do temperamento infantil dos seus filhos. A amostra foi composta por 99 participantes, pais de crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 14 anos, entre o ensino pré-escolar e o ensino básico, tendo sido feita a recolha dos dados numa associação social e pedagógica. Os participantes responderam aos seguintes questionários: o BSI- Inventário de Sintomas Psicopatológicos; o SATI- Inventário de temperamento para crianças em idade escolar; e o SDQ - Questionário de Capacidades e de Dificuldades. Os dados foram analisados estatisticamente através de correlações e comparações de médias, com recurso ao programa estatístico – SPSS. Os resultados não suportam a questão de investigação que remete para a existência de diferenças na perceção paterna e materna do temperamento infantil. Os resultados suportam a influência dos sintomas psicopatológicos dos pais na avaliação do temperamento da criança, tendo sido observadas também associações significativas entre o temperamento da criança e as capacidades e dificuldades da mesma. Os resultados foram discutidos tendo em conta as teorias subjacentes às questões de investigação.
Main Authors:Rico, Sónia Alexandra Pires
Subject:Personalidade Temperamento Ajustamento Teses de mestrado - 2018
Year:2018
Country:Portugal
Document type:master thesis
Access type:open access
Associated institution:Universidade de Lisboa
Language:Portuguese
Origin:Repositório da Universidade de Lisboa
Description
Summary:Este estudo teve como principal objetivo investigar a perceção dos pais acerca do temperamento infantil dos seus filhos. A amostra foi composta por 99 participantes, pais de crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 14 anos, entre o ensino pré-escolar e o ensino básico, tendo sido feita a recolha dos dados numa associação social e pedagógica. Os participantes responderam aos seguintes questionários: o BSI- Inventário de Sintomas Psicopatológicos; o SATI- Inventário de temperamento para crianças em idade escolar; e o SDQ - Questionário de Capacidades e de Dificuldades. Os dados foram analisados estatisticamente através de correlações e comparações de médias, com recurso ao programa estatístico – SPSS. Os resultados não suportam a questão de investigação que remete para a existência de diferenças na perceção paterna e materna do temperamento infantil. Os resultados suportam a influência dos sintomas psicopatológicos dos pais na avaliação do temperamento da criança, tendo sido observadas também associações significativas entre o temperamento da criança e as capacidades e dificuldades da mesma. Os resultados foram discutidos tendo em conta as teorias subjacentes às questões de investigação.