Publicação
Medicamentos biológicos e esclerose múltipla
| Resumo: | A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crónica autoimune que atinge o Sistema Nervoso Central (SNC), caracterizada por inflamação, desmielinização, gliose e neurodegeneração. Afecta cerca de 2,5 milhões de pessoas em todo o Mundo, surgindo frequentemente nos jovens adultos e com maior incidência no género feminino. A EM apresenta uma distribuição geográfica característica, com taxas de prevalência mais elevadas em territórios de alta latitude. Esta doença evolui habitualmente segundo determinados padrões clínicos, podendo adquirir um curso recidivante-remitente ou progressivo. Nos últimos 20 anos, tem-se assistido a um aumento do número de terapêuticas disponíveis para o tratamento da EM, tendo os medicamentos biológicos assumido um papel relevante nesta área. A primeira terapêutica modificadora da doença surgiu em 1993, com a aprovação do Inteferão-β-1b nos EUA, pela FDA. Este agente farmacológico veio revolucionar o paradigma terapêutico da EM, monstrando-se eficaz na prevenção de novos surtos e na diminuição da taxa de progressão da incapacidade. Actualmente, já estão também aprovados alguns anticorpos monoclonais, como o natalizumab e o alemtuzumab, indicados para doentes com EM forma surto-remissão. Novos fármacos continuam a ser estudados e investigados, com o intuito de se descobrir uma terapêutica que permita que os doentes tenham uma melhor qualidade de vida. |
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| Autores principais: | Cruz, Mariana Costa Águas da |
| Assunto: | Esclerose Múltipla Inflamação Medicamentos biológicos Terapêutica modificadora da doença Interferão-β Anticorpos monoclonais Mestrado Integrado - 2013 |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crónica autoimune que atinge o Sistema Nervoso Central (SNC), caracterizada por inflamação, desmielinização, gliose e neurodegeneração. Afecta cerca de 2,5 milhões de pessoas em todo o Mundo, surgindo frequentemente nos jovens adultos e com maior incidência no género feminino. A EM apresenta uma distribuição geográfica característica, com taxas de prevalência mais elevadas em territórios de alta latitude. Esta doença evolui habitualmente segundo determinados padrões clínicos, podendo adquirir um curso recidivante-remitente ou progressivo. Nos últimos 20 anos, tem-se assistido a um aumento do número de terapêuticas disponíveis para o tratamento da EM, tendo os medicamentos biológicos assumido um papel relevante nesta área. A primeira terapêutica modificadora da doença surgiu em 1993, com a aprovação do Inteferão-β-1b nos EUA, pela FDA. Este agente farmacológico veio revolucionar o paradigma terapêutico da EM, monstrando-se eficaz na prevenção de novos surtos e na diminuição da taxa de progressão da incapacidade. Actualmente, já estão também aprovados alguns anticorpos monoclonais, como o natalizumab e o alemtuzumab, indicados para doentes com EM forma surto-remissão. Novos fármacos continuam a ser estudados e investigados, com o intuito de se descobrir uma terapêutica que permita que os doentes tenham uma melhor qualidade de vida. |
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