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Avaliação in vivo da capacidade anti-inflamatória e antioxidante do farelo de arroz como aditivo alimentar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O processo de pesquisa, desenvolvimento e introdução no mercado de um novo fármaco, aditivo alimentar ou pesticidas, é complexo, moroso e dispendioso. Este envolve várias etapas. Após a seleção de um novo composto ou substância química, inicia-se uma das etapas mais importantes designada de ensaios não-clínicos. Estes ensaios incluem os ensaios in vitro e in vivo, que permitirão a determinação dos efeitos adversos, do risco e dos efeitos benéficos, que a exposição que o novo elemento em estudo poderão ter para o ser humano. Para a realização de ensaios in vivo, é necessário cumprir as diretrizes estabelecidas pelas agências reguladoras. Em Portugal, um país membro da União Europeia, incumbe-lhe o cumprimento das normas orientadoras estipuladas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) que define os protocolos a seguir para a realização de estudos realizados com animais, nomeadamente ensaios in vivo de inflamação aguda e stress oxidativo. Em Portugal, para a realização de ensaios in vivo, é necessária a aprovação da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), após a submissão de uma autorização para a realização dos mesmos. A DGAV, certifica-se de que os ensaios realizados em Portugal, seguem as regras e boas práticas de realização, de acordo com as normas estabelecidas pela EMA. Será apresentado neste trabalho dois ensaios in vivo realizado no Campus do Lumiar – FFUL num projeto de investigação liderado pala a empresa Novarroz. Este estudo consistiu na avaliação da capacidade anti-inflamatória e antioxidante de um novo aditivo alimentar que se equaciona introduzir no mercado, o farelo de arroz.
Autores principais:Conim, Andreia Luís da Silva Ferreira
Assunto:Mestrado Integrado - 2015
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O processo de pesquisa, desenvolvimento e introdução no mercado de um novo fármaco, aditivo alimentar ou pesticidas, é complexo, moroso e dispendioso. Este envolve várias etapas. Após a seleção de um novo composto ou substância química, inicia-se uma das etapas mais importantes designada de ensaios não-clínicos. Estes ensaios incluem os ensaios in vitro e in vivo, que permitirão a determinação dos efeitos adversos, do risco e dos efeitos benéficos, que a exposição que o novo elemento em estudo poderão ter para o ser humano. Para a realização de ensaios in vivo, é necessário cumprir as diretrizes estabelecidas pelas agências reguladoras. Em Portugal, um país membro da União Europeia, incumbe-lhe o cumprimento das normas orientadoras estipuladas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) que define os protocolos a seguir para a realização de estudos realizados com animais, nomeadamente ensaios in vivo de inflamação aguda e stress oxidativo. Em Portugal, para a realização de ensaios in vivo, é necessária a aprovação da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), após a submissão de uma autorização para a realização dos mesmos. A DGAV, certifica-se de que os ensaios realizados em Portugal, seguem as regras e boas práticas de realização, de acordo com as normas estabelecidas pela EMA. Será apresentado neste trabalho dois ensaios in vivo realizado no Campus do Lumiar – FFUL num projeto de investigação liderado pala a empresa Novarroz. Este estudo consistiu na avaliação da capacidade anti-inflamatória e antioxidante de um novo aditivo alimentar que se equaciona introduzir no mercado, o farelo de arroz.