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PAROXISMOS REGIONAIS EM PORTUGAL: DESENVOLVIMENTO TOP-DOWNOU BOTTOM-UP?
| Resumo: | O atual paradigma de desenvolvimento europeu implica uma estratégia que tenha em conta as pessoas e os territórios (people-centred and place-based policies), enquanto o financiamento de tal estratégia implica seguir objetivos pré-estabelecidos. Este texto explora a natureza “esquizoide” resultante dessa duplicidade no Portugal 2020, apresentando uma sistematização dos paradoxos do desenvolvimento em função de três níveis de análise: Megaregiões europeias; regiões nacionais e processos intrarregionais. Como corolário propõe-se que o desenvolvimento regional pode ser compreendido em função de duas grandes problemáticas (seguir as pessoas vs. seguir o dinheiro e política baseada na evidência vs. evidência baseada na política) e de duas armadilhas do desenvolvimento (a armadilha dosfundos e a armadilha do território). Conclui-se que a Região, enquanto território de desenvolvimento, se constrói como fragilidade estratégica, administrativa e sociológica. |
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| Autores principais: | Seixas, Paulo Castro |
| Outros Autores: | Oliveira, Avelino; Dias, Ricardo Cunha |
| Assunto: | Portugal 2020 Territorial Development Region Regional paroxysms |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O atual paradigma de desenvolvimento europeu implica uma estratégia que tenha em conta as pessoas e os territórios (people-centred and place-based policies), enquanto o financiamento de tal estratégia implica seguir objetivos pré-estabelecidos. Este texto explora a natureza “esquizoide” resultante dessa duplicidade no Portugal 2020, apresentando uma sistematização dos paradoxos do desenvolvimento em função de três níveis de análise: Megaregiões europeias; regiões nacionais e processos intrarregionais. Como corolário propõe-se que o desenvolvimento regional pode ser compreendido em função de duas grandes problemáticas (seguir as pessoas vs. seguir o dinheiro e política baseada na evidência vs. evidência baseada na política) e de duas armadilhas do desenvolvimento (a armadilha dosfundos e a armadilha do território). Conclui-se que a Região, enquanto território de desenvolvimento, se constrói como fragilidade estratégica, administrativa e sociológica. |
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