Publicação
A memória de um sonho
| Resumo: | Este documento procura fazer uma reflexão crítica sobre a relação que o Homem, as cidades e as suas pequenas fixações têm com o Rio e com o Mar. Esta reflexão resulta no desenvolvimento de uma visão utópica e crítica que procure uma identificação e recuperação do carácter e da memória da relação entre a Água e o Homem, permitindo que possa ser aberto o debate sobre as intervenções nas cidades do futuro. A Margem Sul, fortemente ligada a Lisboa, apresenta-se como um território diversificado no contexto do Rio Tejo, também ele muito heterogéneo. Após a leitura e caracterização deste território, o lugar escolhido para o desenvolvimento deste trabalho, deste sonho, é onde o Rio encontra o Mar, na Cova do Vapor que, a par da sua indissociável ligação à Torre/Farol do Bugio, serve de mote para a re-imaginação da barra do Tejo. Esta reflexão pretende compreender a capacidade que uma intervenção, que parte de uma abordagem que combina memória e utopia, tem para a revitalização da identidade de uma comunidade e alterar as dinâmicas de um vasto território. Uma coisa simples pode ser retirada desta reflexão, o ontem não pode ser apagado, o hoje vive-se e o amanhã sonha-se. |
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| Autores principais: | Lourenço, André Luís Ribeiro |
| Assunto: | Utopia Memória Habitar a Água Percurso Imaginação |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este documento procura fazer uma reflexão crítica sobre a relação que o Homem, as cidades e as suas pequenas fixações têm com o Rio e com o Mar. Esta reflexão resulta no desenvolvimento de uma visão utópica e crítica que procure uma identificação e recuperação do carácter e da memória da relação entre a Água e o Homem, permitindo que possa ser aberto o debate sobre as intervenções nas cidades do futuro. A Margem Sul, fortemente ligada a Lisboa, apresenta-se como um território diversificado no contexto do Rio Tejo, também ele muito heterogéneo. Após a leitura e caracterização deste território, o lugar escolhido para o desenvolvimento deste trabalho, deste sonho, é onde o Rio encontra o Mar, na Cova do Vapor que, a par da sua indissociável ligação à Torre/Farol do Bugio, serve de mote para a re-imaginação da barra do Tejo. Esta reflexão pretende compreender a capacidade que uma intervenção, que parte de uma abordagem que combina memória e utopia, tem para a revitalização da identidade de uma comunidade e alterar as dinâmicas de um vasto território. Uma coisa simples pode ser retirada desta reflexão, o ontem não pode ser apagado, o hoje vive-se e o amanhã sonha-se. |
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