Publicação
O cais dos sentidos
| Resumo: | O conceito de utopia, é equiparado ao sonho, permite-nos dar asas à imaginação. O estudo do pensamento utópico no seguinte trabalho contribuiu para a projeção de algo que tem como premissa transformar o presente para tornar o futuro melhor. Este, centra-se na transformação social valorizando o papel do individuo, o seu bem-estar e a sua relação com o espaço e o meio envolvente, em prol de uma sociedade mais justa. Assim como, a arquitetura multissensorial que tem como base a estimulação dos cinco sentidos no ser humano através da arquitetura. Estabelecendo uma relação intrínseca entre corpo e espaço construído. Avaliando esta relação, existiu a necessidade de analisar o que é sentir tendo em conta algumas condicionantes sensoriais. A forte ligação entre ser, arquitetura e cidade reflete-se nas tradições, memórias e lugares. As fusões destes temas completam assim a narrativa sobre o ideal imaginado para a cidade. O lugar escolhido para a concessão deste estudo é a frente ribeirinha de Almada. Começa no Cais do Ginjal e acaba na Quinta da Arealva. Um sítio com importante valor de património industrial, que se encontra nos dias de hoje em ruínas, restando apenas as suas memórias e tradições. A seguinte proposta é feita para todos e visa melhorar construtivamente esta frente, tornando-se um polo aglutinador da comunidade, onde a população de Almada tem a possibilidade de desfrutar de um novo espaço de recreio que, permite experimentar o rio de uma maneira diferente. |
|---|---|
| Autores principais: | Frade, Mariana David Gonçalves |
| Assunto: | utopia arquitetura multissensorial Quinta da Arealva adega - cais memória tradição multisensory architecture Quinta da Arealva winery - pier memory tradition |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O conceito de utopia, é equiparado ao sonho, permite-nos dar asas à imaginação. O estudo do pensamento utópico no seguinte trabalho contribuiu para a projeção de algo que tem como premissa transformar o presente para tornar o futuro melhor. Este, centra-se na transformação social valorizando o papel do individuo, o seu bem-estar e a sua relação com o espaço e o meio envolvente, em prol de uma sociedade mais justa. Assim como, a arquitetura multissensorial que tem como base a estimulação dos cinco sentidos no ser humano através da arquitetura. Estabelecendo uma relação intrínseca entre corpo e espaço construído. Avaliando esta relação, existiu a necessidade de analisar o que é sentir tendo em conta algumas condicionantes sensoriais. A forte ligação entre ser, arquitetura e cidade reflete-se nas tradições, memórias e lugares. As fusões destes temas completam assim a narrativa sobre o ideal imaginado para a cidade. O lugar escolhido para a concessão deste estudo é a frente ribeirinha de Almada. Começa no Cais do Ginjal e acaba na Quinta da Arealva. Um sítio com importante valor de património industrial, que se encontra nos dias de hoje em ruínas, restando apenas as suas memórias e tradições. A seguinte proposta é feita para todos e visa melhorar construtivamente esta frente, tornando-se um polo aglutinador da comunidade, onde a população de Almada tem a possibilidade de desfrutar de um novo espaço de recreio que, permite experimentar o rio de uma maneira diferente. |
|---|