Publicação
Globalização, desenvolvimento desigual e democracia
| Resumo: | Neste texto, após uma breve análise crítica do processo de globalização e do desenvolvimento desigual e seus principais pressupostos e visões – neoliberal, neoinstitucional, marxista, territorialista e decolonial – sobre a sociedade contemporânea, o autor debruçar-se-á sobre as virtualidades e limites da atual democracia, nomeadamente nas suas dimensões económica, social e política. Não é possível falar de desenvolvimento sem democracia e tão pouco é possível realizar a democracia em sentido pleno perante os diversos tipos e formas de desigualdade social. Por outras palavras, as desigualdades sociais (territoriais, de classe, racial-étnicas e de género) comprometem não só a própria democracia direta e associativa, como a própria democracia representativa, na medida que afetam fortemente direitos sociais, económicos, culturais e políticos, pelo que a democracia representativa, além de dever ser potenciada na sua intensidade máxima, deverá ser complementada com a democracia direta, associativa. |
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| Autores principais: | Silva, Manuel Carlos |
| Assunto: | Democracia; Desenvolvimento; Desigualdades; Estado; Globalização. |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste texto, após uma breve análise crítica do processo de globalização e do desenvolvimento desigual e seus principais pressupostos e visões – neoliberal, neoinstitucional, marxista, territorialista e decolonial – sobre a sociedade contemporânea, o autor debruçar-se-á sobre as virtualidades e limites da atual democracia, nomeadamente nas suas dimensões económica, social e política. Não é possível falar de desenvolvimento sem democracia e tão pouco é possível realizar a democracia em sentido pleno perante os diversos tipos e formas de desigualdade social. Por outras palavras, as desigualdades sociais (territoriais, de classe, racial-étnicas e de género) comprometem não só a própria democracia direta e associativa, como a própria democracia representativa, na medida que afetam fortemente direitos sociais, económicos, culturais e políticos, pelo que a democracia representativa, além de dever ser potenciada na sua intensidade máxima, deverá ser complementada com a democracia direta, associativa. |
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