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Utilização do plano de negócios em startups de Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Enquanto grande parte dos empresários e escolas de gestão pelo mundo advogam ser imprescindível a elaboração de um sério e profundo plano de negócios antes da abertura de uma nova empresa (Shane & Delmar, 2003), é possível também encontrar diversas referências académicas que advogam que realizar um estudo tão grande e demorado seria um desperdício de tempo e recursos (Bhidé, 2000; Mintzberg, 1994). Este trabalho visa estudar a utilização da ferramenta Plano de Negócios pelas Startups de Portugal, através de entrevistas semi-estruturadas com empresários que se encontram em diferentes fases de abertura de suas empresas, algumas de forma independente e outras até mesmo inseridas em hubs de aceleração de desenvolvimento de negócios conhecidas como "incubadoras" ou "aceleradoras". Serão analisadas como e se as Startups realizaram um estudo completo do Plano de Negócios, se utilizaram outras ferramentas ou estudos preliminares ou mesmo nenhum estudo prévio. Sempre dentro do território Português, será avaliada a decisão que os impeliu a utilizar ou não o documento completo de Plano de Negócios antes de abrir a empresa, as alternativas a este documento, se consideram que suas empresas teriam obtido resultados diferentes da realidade atual caso tivessem escolhido o outro caminho e se referenciam ou não este instrumento como uma verdadeira ferramenta de negócios, guiando seus passos pelos primeiros anos de operação.
Autores principais:Teixeira, Fábio Rodrigues
Assunto:Empreendedorismo plano de negócios Startup Marketing Business Model Canvas Entrepreneurship Business Plan
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Enquanto grande parte dos empresários e escolas de gestão pelo mundo advogam ser imprescindível a elaboração de um sério e profundo plano de negócios antes da abertura de uma nova empresa (Shane & Delmar, 2003), é possível também encontrar diversas referências académicas que advogam que realizar um estudo tão grande e demorado seria um desperdício de tempo e recursos (Bhidé, 2000; Mintzberg, 1994). Este trabalho visa estudar a utilização da ferramenta Plano de Negócios pelas Startups de Portugal, através de entrevistas semi-estruturadas com empresários que se encontram em diferentes fases de abertura de suas empresas, algumas de forma independente e outras até mesmo inseridas em hubs de aceleração de desenvolvimento de negócios conhecidas como "incubadoras" ou "aceleradoras". Serão analisadas como e se as Startups realizaram um estudo completo do Plano de Negócios, se utilizaram outras ferramentas ou estudos preliminares ou mesmo nenhum estudo prévio. Sempre dentro do território Português, será avaliada a decisão que os impeliu a utilizar ou não o documento completo de Plano de Negócios antes de abrir a empresa, as alternativas a este documento, se consideram que suas empresas teriam obtido resultados diferentes da realidade atual caso tivessem escolhido o outro caminho e se referenciam ou não este instrumento como uma verdadeira ferramenta de negócios, guiando seus passos pelos primeiros anos de operação.