Publicação
(Re) viver o núcleo urbano de Agualva - Cacém
| Resumo: | Ao longo dos anos surgiram diversas formas de “habitar” e ocupar as áreas periféricas. Desde uma paisagem urbana com pequenos aglomerados urbanos e marcadamente rurais até à cidade alargada densamente construída e povoada, a paisagem urbana mudou drasticamente. Resultante de vários processos de transformação e como resposta ao rápido crescimento das cidades e ao aparecimento do automóvel surgiram novas infraestruturas viárias que vieram redefinir a paisagem e a organização do tecido urbano. As zonas periféricas tornaram-se descaracterizadas, desorganizadas e fragmentadas. Os espaços públicos, os recursos naturais e a mobilidade urbana activa ou colectiva passaram para segundo plano em prol da construção massiva de habitação e de infraestruturas viárias. Não correspondendo às necessidades da vida contemporânea, os espaços públicos tornaram-se nas áreas sobrantes dos loteamentos privados, pouco qualificadas e por muitas vezes resultando em simples vazios urbanos. Neste quadro, torna-se importante refletir proactivamente sobre alguns dos IGT em vigor e definir novas linhas de ação. Estes têm um papel medidor e regulamentador para futuras transformações, promovendo territórios mais coesos, qualificados e competitivos. Todavia, são vários os desafios que se colocam nestes territórios, e a cidade de AgualvaCacém não é exceção. Não existem espaços de encontro qualificados (como Largos e Praças) ou espaços verdes que fomentem as relações interpessoais e como tal, torna-se necessário intervir no espaço público. Desta forma, através da Requalificação do espaço público no Núcleo Urbano de Agualva-Cacém como a mobilidade ativa com continuidades pedonais, clicáveis e viárias, numa estrutura verde e azul e na dimensão edificada, que alberga áreas de residência, comércio e serviços pretende-se contribuir para uma melhor qualidade de vida destes moradores e que assim possam (RE) VIVER o Espaço Público. |
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| Autores principais: | Esteves, Marques Neves Rocha |
| Assunto: | Espaço público Fragmentação urbana Requalificação urbana Recursos naturais Agualva-Cacém Public space Urban requalification Mobility Natural resources |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Ao longo dos anos surgiram diversas formas de “habitar” e ocupar as áreas periféricas. Desde uma paisagem urbana com pequenos aglomerados urbanos e marcadamente rurais até à cidade alargada densamente construída e povoada, a paisagem urbana mudou drasticamente. Resultante de vários processos de transformação e como resposta ao rápido crescimento das cidades e ao aparecimento do automóvel surgiram novas infraestruturas viárias que vieram redefinir a paisagem e a organização do tecido urbano. As zonas periféricas tornaram-se descaracterizadas, desorganizadas e fragmentadas. Os espaços públicos, os recursos naturais e a mobilidade urbana activa ou colectiva passaram para segundo plano em prol da construção massiva de habitação e de infraestruturas viárias. Não correspondendo às necessidades da vida contemporânea, os espaços públicos tornaram-se nas áreas sobrantes dos loteamentos privados, pouco qualificadas e por muitas vezes resultando em simples vazios urbanos. Neste quadro, torna-se importante refletir proactivamente sobre alguns dos IGT em vigor e definir novas linhas de ação. Estes têm um papel medidor e regulamentador para futuras transformações, promovendo territórios mais coesos, qualificados e competitivos. Todavia, são vários os desafios que se colocam nestes territórios, e a cidade de AgualvaCacém não é exceção. Não existem espaços de encontro qualificados (como Largos e Praças) ou espaços verdes que fomentem as relações interpessoais e como tal, torna-se necessário intervir no espaço público. Desta forma, através da Requalificação do espaço público no Núcleo Urbano de Agualva-Cacém como a mobilidade ativa com continuidades pedonais, clicáveis e viárias, numa estrutura verde e azul e na dimensão edificada, que alberga áreas de residência, comércio e serviços pretende-se contribuir para uma melhor qualidade de vida destes moradores e que assim possam (RE) VIVER o Espaço Público. |
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