Publicação
Criatividade e autoconceito em estudantes do ensino superior
| Resumo: | O estudante do ensino superior normalmente encontra-se entre os 18 e os 25 anos transitando do final da adolescência para o início da vida adulta durante o período em que se encontra a efetuar os seus estudos. O ingresso no ensino superior pressupõe algumas mudanças de vida por parte do estudante, por vezes há uma saída da casa da família nuclear e uma mudança de cidade, o que pressupõe uma reintegração a nível social (Heath, 1968; 1980). Também o facto de se ser integrado no mundo académico onde circulam novas ideias e vivências faz com que o jovem seja estimulado cognitiva e afetivamente e com que a sua motivação para a aprendizagem seja estimulada (Sanford, 1966; 1968). A nível social, a integração com colegas provenientes de diferentes zonas e culturas permitirá ao jovem uma maior abrangência de aprendizagens pessoais, sociais e cognitivas. Baskamp, Trautvetter e Ward (2006) afirmam que as instituições do ensino superior não devem dar somente importância ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes, devem também estimular o seu desenvolvimento afetivo e social. Para que haja uma melhor compreensão sobre o desenvolvimento afetivo dos jovens considerou-se pertinente relacionar o autoconceito com a criatividade, entendendo de um modo mais aprofundado em que estes conceitos se ligam e quais os fatores que os influenciam. |
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| Autores principais: | Tagarro, Marta |
| Outros Autores: | Veiga, Feliciano Henriques |
| Assunto: | Criatividade Autoconceito Ensino Superior |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O estudante do ensino superior normalmente encontra-se entre os 18 e os 25 anos transitando do final da adolescência para o início da vida adulta durante o período em que se encontra a efetuar os seus estudos. O ingresso no ensino superior pressupõe algumas mudanças de vida por parte do estudante, por vezes há uma saída da casa da família nuclear e uma mudança de cidade, o que pressupõe uma reintegração a nível social (Heath, 1968; 1980). Também o facto de se ser integrado no mundo académico onde circulam novas ideias e vivências faz com que o jovem seja estimulado cognitiva e afetivamente e com que a sua motivação para a aprendizagem seja estimulada (Sanford, 1966; 1968). A nível social, a integração com colegas provenientes de diferentes zonas e culturas permitirá ao jovem uma maior abrangência de aprendizagens pessoais, sociais e cognitivas. Baskamp, Trautvetter e Ward (2006) afirmam que as instituições do ensino superior não devem dar somente importância ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes, devem também estimular o seu desenvolvimento afetivo e social. Para que haja uma melhor compreensão sobre o desenvolvimento afetivo dos jovens considerou-se pertinente relacionar o autoconceito com a criatividade, entendendo de um modo mais aprofundado em que estes conceitos se ligam e quais os fatores que os influenciam. |
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