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A Importância da Alimentação na Doença de Alzheimer

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A doença de Alzheimer é das formas mais comuns de demência. Com uma população cada vez mais envelhecida a nível mundial, acredita-se que o aparecimento de diversos casos de demência, e outras doenças crónicas, irá aumentar para valores alarmantes nos próximos anos. De entre os diversos fatores de risco associados à doença, o envelhecimento assume uma significativa relevância. No entanto, o estilo de vida (nomeadamente a nossa alimentação diária) e outros fatores de risco (como a obesidade, hipertensão, diabetes), podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Uma vez que as terapias farmacológicas têm falhado a atuar no controlo da evolução da demência, novas medidas não farmacológicas têm sido alvo de estudo, com o intuito de prevenir e adiar o aparecimento da doença. Falamos nomeadamente da adoção de hábitos alimentares que produzem um efeito positivo na prevenção e durante o processo de evolução da doença, como a dieta Mediterrânea, dieta Cetogénica e certos nutrientes específicos que atuam contra o stress oxidativo a acumulação de produtos neurotóxicos no cérebro. A nutrição é um desafio para todos os países. As desigualdades socioeconómicas e estilos de vida pouco saudáveis que se verificam a nível mundial, conduziram à adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis, ricos em alimentos altamente processados, que por sua vez aumentam o risco de desenvolvimento de doenças crónicas como: diabetes, hipertensão ou cancro. Deste modo, os investigadores têm vindo a desenvolver estratégias preventivas, não farmacológicas, contra doenças que parecem vir a assumir um papel dominante nos próximos anos.
Autores principais:Ferreira, Diana Madaleno
Assunto:Alzheimer Nutrição Prevenção Alimentos Dieta Mestrado Integrado - 2019
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A doença de Alzheimer é das formas mais comuns de demência. Com uma população cada vez mais envelhecida a nível mundial, acredita-se que o aparecimento de diversos casos de demência, e outras doenças crónicas, irá aumentar para valores alarmantes nos próximos anos. De entre os diversos fatores de risco associados à doença, o envelhecimento assume uma significativa relevância. No entanto, o estilo de vida (nomeadamente a nossa alimentação diária) e outros fatores de risco (como a obesidade, hipertensão, diabetes), podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Uma vez que as terapias farmacológicas têm falhado a atuar no controlo da evolução da demência, novas medidas não farmacológicas têm sido alvo de estudo, com o intuito de prevenir e adiar o aparecimento da doença. Falamos nomeadamente da adoção de hábitos alimentares que produzem um efeito positivo na prevenção e durante o processo de evolução da doença, como a dieta Mediterrânea, dieta Cetogénica e certos nutrientes específicos que atuam contra o stress oxidativo a acumulação de produtos neurotóxicos no cérebro. A nutrição é um desafio para todos os países. As desigualdades socioeconómicas e estilos de vida pouco saudáveis que se verificam a nível mundial, conduziram à adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis, ricos em alimentos altamente processados, que por sua vez aumentam o risco de desenvolvimento de doenças crónicas como: diabetes, hipertensão ou cancro. Deste modo, os investigadores têm vindo a desenvolver estratégias preventivas, não farmacológicas, contra doenças que parecem vir a assumir um papel dominante nos próximos anos.