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Variação do valor cultural da semente Koelreuteria paniculata L. em função do local de colheita e do tratamento pré-germinativo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Koelreutéria (Koelreuteria paniculata L., Sapindaceae) é uma árvore do Leste da Ásia, introduzida na Península Ibérica como ornamental. Para a sua propagação por semente são geralmente necessários tratamentos de quebra da dormência do tegumento e do embrião. Contudo, alguma bibliografia refere a inexistência de dormência do embrião em ecótipos de regiões mediterrâneas. O objectivo deste estudo consistiu em averiguar o comportamento germinativo da semente de Koelreutérias cultivadas em Portugal. Foram testadas sementes recolhidas em Lisboa e Évora, respectivamente em alinhamento urbano e árvore isolada. Cada proveniência foi dividida em três partes, uma das quais não tratada. As outras foram escarificada com água quente e uma foi estratificada em frio, em areia húmida, durante 31 dias. Foram todas semeadas na estufa do Viveiro do Instituto Superior de Agronomia em tabuleiros com 28 contentores, num delineamento bifactorial com 5 repetições (2 lotes × 3 tratamentos × 5 tabuleiros). A proveniência de Lisboa apresentou germinação significativamente mais elevada do que a de Évora. A escarificação seguida de estratificação deu melhores resultados do que a testemunha e, no caso de Lisboa, do que a estratificação apenas. Estes resultados comprovam a conveniência de quebrar a dormência do embrião na propagação com semente nacional.
Autores principais:Fabião, António
Outros Autores:Henriques, R.A.
Assunto:koelreuteria paniculata goldenrain tree dormancy embryo germination pre-germination tratamento pre-germinativo dormência germinação embrião
Ano:2004
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Koelreutéria (Koelreuteria paniculata L., Sapindaceae) é uma árvore do Leste da Ásia, introduzida na Península Ibérica como ornamental. Para a sua propagação por semente são geralmente necessários tratamentos de quebra da dormência do tegumento e do embrião. Contudo, alguma bibliografia refere a inexistência de dormência do embrião em ecótipos de regiões mediterrâneas. O objectivo deste estudo consistiu em averiguar o comportamento germinativo da semente de Koelreutérias cultivadas em Portugal. Foram testadas sementes recolhidas em Lisboa e Évora, respectivamente em alinhamento urbano e árvore isolada. Cada proveniência foi dividida em três partes, uma das quais não tratada. As outras foram escarificada com água quente e uma foi estratificada em frio, em areia húmida, durante 31 dias. Foram todas semeadas na estufa do Viveiro do Instituto Superior de Agronomia em tabuleiros com 28 contentores, num delineamento bifactorial com 5 repetições (2 lotes × 3 tratamentos × 5 tabuleiros). A proveniência de Lisboa apresentou germinação significativamente mais elevada do que a de Évora. A escarificação seguida de estratificação deu melhores resultados do que a testemunha e, no caso de Lisboa, do que a estratificação apenas. Estes resultados comprovam a conveniência de quebrar a dormência do embrião na propagação com semente nacional.