Publicação
Sedação paliativa contínua e intermitente : a propósito de um caso clínico
| Resumo: | Introdução: A Sedação Paliativa (SP) pode ser contínua (SPC) ou intermitente (SPI), devendo ter um nível mínimo de sedação para obter alívio sintomático. As indicações para SP são sintomas refratários que condicionem sofrimento intolerável. A SPC é mais utilizada que a SPI no final da vida. Objetivo: Apresentação das indicações para SP e discussão de um caso clínico ilustrativo de SPI. Caso Clínico: Homem de 55 anos, com neoplasia pancreática metastizada. Internado por dor não controlada. Durante o internamento surgiu dispneia refratária tendo sido realizadas várias abordagens farmacológicas sem efeito. Por sofrimento intolerável foi realizada SPI, a pedido do doente e da esposa, para que fosse possível manter a vida relacional de ambos. Assistiu-se a uma redução significativa dos sintomas, durante 3 semanas, até à morte do doente. Discussão: A SPI pode interromper o círculo vicioso de sintomas físicos e psíquicos não controlados nos doentes oncológicos terminais. Mantém os doentes em vigília durante o tempo determinado, permitindo a manutenção da vida relacional com os familiares, e pode ser efetuada repetidamente. Discutem-se vários aspetos da SPI nomeadamente a sua segurança e reversibilidade do estado de consciência. Conclusão: Apresenta-se um caso exemplificativo onde a SPI se revelou segura e com fácil reversibilidade do estado de consciência. |
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| Autores principais: | Abreu, João Pedro Bettencourt Soares de |
| Assunto: | Sedação paliativa Cuidados paliativos Dor Controlo da dor |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Introdução: A Sedação Paliativa (SP) pode ser contínua (SPC) ou intermitente (SPI), devendo ter um nível mínimo de sedação para obter alívio sintomático. As indicações para SP são sintomas refratários que condicionem sofrimento intolerável. A SPC é mais utilizada que a SPI no final da vida. Objetivo: Apresentação das indicações para SP e discussão de um caso clínico ilustrativo de SPI. Caso Clínico: Homem de 55 anos, com neoplasia pancreática metastizada. Internado por dor não controlada. Durante o internamento surgiu dispneia refratária tendo sido realizadas várias abordagens farmacológicas sem efeito. Por sofrimento intolerável foi realizada SPI, a pedido do doente e da esposa, para que fosse possível manter a vida relacional de ambos. Assistiu-se a uma redução significativa dos sintomas, durante 3 semanas, até à morte do doente. Discussão: A SPI pode interromper o círculo vicioso de sintomas físicos e psíquicos não controlados nos doentes oncológicos terminais. Mantém os doentes em vigília durante o tempo determinado, permitindo a manutenção da vida relacional com os familiares, e pode ser efetuada repetidamente. Discutem-se vários aspetos da SPI nomeadamente a sua segurança e reversibilidade do estado de consciência. Conclusão: Apresenta-se um caso exemplificativo onde a SPI se revelou segura e com fácil reversibilidade do estado de consciência. |
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