Publicação
“A Europa do Sul e a Construção da União Europeia 1945-2000" e "Espanha e a Integração Europeia : Um balanço",
| Resumo: | Em síntese, no conjunto dos dois livros, encontramo-nos perante um trabalho comparativo válido e de grande utilidade. De acordo com o que se escreveu no início, o único senão residirá talvez no facto da importância de certos períodos e questões mais precisas se diluírem na comparação geral. Com efeito, e no que respeita a Portugal, sem dúvida um dos dois países que está no centro da maioria das análises, não se prevê, pelo menos de forma clara, o já relativamente longo período de divergência real face à UE iniciado por volta de 2000, embora os seus sinais já fossem evidentes no final dos anos 1990 . Isto é, não se levanta uma das questões incontornáveis dos últimos anos neste contexto, pelo menos para o caso português. Importa acrescentar que alguma capacidade de intuir as tendências vindouras pode revelar-se de uma enorme vantagem, em termos de valorização futura dos textos. Não obstante esta crítica, estão de parabéns os organizadores e intervenientes das duas obras que podem e devem ser aprofundadas e actualizadas em muitos aspectos. |
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| Autores principais: | Silva, Joaquim Ramos |
| Assunto: | Portugal Democratização (1974) Divergência face à União Europeia Integração europeia (1986) Integração europeia Sistema Monetário Europeu (1992) Países do Sul da Europa Estudo comparativo |
| Ano: | 2005 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | recensão |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Em síntese, no conjunto dos dois livros, encontramo-nos perante um trabalho comparativo válido e de grande utilidade. De acordo com o que se escreveu no início, o único senão residirá talvez no facto da importância de certos períodos e questões mais precisas se diluírem na comparação geral. Com efeito, e no que respeita a Portugal, sem dúvida um dos dois países que está no centro da maioria das análises, não se prevê, pelo menos de forma clara, o já relativamente longo período de divergência real face à UE iniciado por volta de 2000, embora os seus sinais já fossem evidentes no final dos anos 1990 . Isto é, não se levanta uma das questões incontornáveis dos últimos anos neste contexto, pelo menos para o caso português. Importa acrescentar que alguma capacidade de intuir as tendências vindouras pode revelar-se de uma enorme vantagem, em termos de valorização futura dos textos. Não obstante esta crítica, estão de parabéns os organizadores e intervenientes das duas obras que podem e devem ser aprofundadas e actualizadas em muitos aspectos. |
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