Publicação
Hipomineralização incisivo-molar: desafios no tratamento
| Resumo: | Descrita como a hipomineralização de origem sistémica de um a quatro primeiros molares permanentes envolvendo com frequência incisivos permanentes igualmente afetados, nos últimos anos, a Hipomineralização incisivo-molar tem vindo a ganhar uma maior notoriedade na prática clínica dos médicos dentistas. Esta pode ser identificada logo após o início da erupção dos molares ou incisivos permanentes. Quer pela sintomatologia e comportamento por vezes apresentados pelos jovens pacientes, quer pelas propriedades reduzidas do esmalte hipomineralizado a que frequentemente estão associados insucessos no tratamento restaurador, esta condição constitui um enorme desafio aquando da abordagem terapêutica. A hipersensibilidade aliada à dificuldade em anestesiar os dentes afetados condiciona muitas vezes a higiene oral das crianças e o tratamento adequado, resultando em problemas de medo, ansiedade e de controlo de comportamento, comprometendo a saúde oral destes pacientes. A ocorrência da fratura do esmalte pós-eruptiva e a localização atípica das lesões fazem com que a abordagem terapêutica clássica, para lesões de cárie, não seja a mais adequada nos pacientes afetados. Os tratamentos podem ir desde tratamentos preventivos até à extração do dente. Os poucos estudos existentes e a falta de índices de classificação e metodologias padronizados contribuem para a baixa evidência científica existente em relação à Hipomineralização incisivo-molar. Na literatura são sugeridas várias linhas de orientação para a escolha do melhor tratamento, sendo preconizado o diagnóstico precoce e o controlo regular destes pacientes para a promoção de uma boa saúde oral. |
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| Autores principais: | Neves, Adriana Maria dos Ramos |
| Assunto: | Tratamento dentário Teses de mestrado - 2014 |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Descrita como a hipomineralização de origem sistémica de um a quatro primeiros molares permanentes envolvendo com frequência incisivos permanentes igualmente afetados, nos últimos anos, a Hipomineralização incisivo-molar tem vindo a ganhar uma maior notoriedade na prática clínica dos médicos dentistas. Esta pode ser identificada logo após o início da erupção dos molares ou incisivos permanentes. Quer pela sintomatologia e comportamento por vezes apresentados pelos jovens pacientes, quer pelas propriedades reduzidas do esmalte hipomineralizado a que frequentemente estão associados insucessos no tratamento restaurador, esta condição constitui um enorme desafio aquando da abordagem terapêutica. A hipersensibilidade aliada à dificuldade em anestesiar os dentes afetados condiciona muitas vezes a higiene oral das crianças e o tratamento adequado, resultando em problemas de medo, ansiedade e de controlo de comportamento, comprometendo a saúde oral destes pacientes. A ocorrência da fratura do esmalte pós-eruptiva e a localização atípica das lesões fazem com que a abordagem terapêutica clássica, para lesões de cárie, não seja a mais adequada nos pacientes afetados. Os tratamentos podem ir desde tratamentos preventivos até à extração do dente. Os poucos estudos existentes e a falta de índices de classificação e metodologias padronizados contribuem para a baixa evidência científica existente em relação à Hipomineralização incisivo-molar. Na literatura são sugeridas várias linhas de orientação para a escolha do melhor tratamento, sendo preconizado o diagnóstico precoce e o controlo regular destes pacientes para a promoção de uma boa saúde oral. |
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