Publicação
De Macau para o Mundo:investigação e diplomacia científica
| Resumo: | A presente dissertação trata o conceito de diplomacia científica no âmbito das Relações Internacionais, na vertente ciência para a diplomacia, aplicado ao contexto da cooperação científica internacional entre instituições científicas e financiadoras de ciência, procurando responder à questão: “é a ciência um recurso de soft power?”. O caso de estudo selecionado foi a cooperação científica internacional de instituições localizadas na Região Administrativa Especial de Macau (RAEM). O conceito é abordado no âmbito dos Assuntos Externos de Macau, como RAE da RPC, que mantém competências de ação nesta área, nomeadamente no que diz respeito às relações científicas internacionais. Assim, o Capítulo I trata o enquadramento teórico para o tema, o Capítulo II trata o enquadramento dos assuntos externos da RAEM, no âmbito da política externa da RPC, com o objetivo de situar a atividade transnacional das instituições analisadas. Finalmente, o Capítulo III trata o desenvolvimento científico recente (2000-2012) da RAEM, assim como das respetivas instituições e ações de cooperação científica internacional. Como nota de conclusão, é possível, em abstrato, situar a ciência como um recurso de soft power. Na prática, no entanto, a variável “contexto” assume grande relevância, particularmente no caso da RAEM, onde a indústria do jogo tem uma posição predominante. |
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| Autores principais: | Severino, Ana Catarina Carvalho Dias |
| Assunto: | Macau Diplomacia científica Neoliberalismo Cooperação Instituições científicas Macao Science diplomacy Neoliberalism Cooperation Scientific institutions |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A presente dissertação trata o conceito de diplomacia científica no âmbito das Relações Internacionais, na vertente ciência para a diplomacia, aplicado ao contexto da cooperação científica internacional entre instituições científicas e financiadoras de ciência, procurando responder à questão: “é a ciência um recurso de soft power?”. O caso de estudo selecionado foi a cooperação científica internacional de instituições localizadas na Região Administrativa Especial de Macau (RAEM). O conceito é abordado no âmbito dos Assuntos Externos de Macau, como RAE da RPC, que mantém competências de ação nesta área, nomeadamente no que diz respeito às relações científicas internacionais. Assim, o Capítulo I trata o enquadramento teórico para o tema, o Capítulo II trata o enquadramento dos assuntos externos da RAEM, no âmbito da política externa da RPC, com o objetivo de situar a atividade transnacional das instituições analisadas. Finalmente, o Capítulo III trata o desenvolvimento científico recente (2000-2012) da RAEM, assim como das respetivas instituições e ações de cooperação científica internacional. Como nota de conclusão, é possível, em abstrato, situar a ciência como um recurso de soft power. Na prática, no entanto, a variável “contexto” assume grande relevância, particularmente no caso da RAEM, onde a indústria do jogo tem uma posição predominante. |
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