Publicação
Diálogo entre estruturas
| Resumo: | No atual contexto de reabilitação de edifícios e palácios lisboetas, enquadra-se a presente proposta de reabilitação do Palácio da Rosa. Situada a meio da encosta poente da Colina do Castelo, em Lisboa, esta obra da qual a sua preexistência remonta ao séc. XVIII, apresenta hoje uma sobreposição de diversos tempos e construções, que confluem num sistema dotado de uma estrutura complexa. O conjunto edificado é composto pelo Palácio da Rosa e Igreja de São Lourenço, e é atualmente classificado como Imóvel de Interesse Público. Neste sentido, é importante transpor a memória intrínseca desta obra para o presente, regenerando de forma simultânea o lugar, com vista a revitalizar e impulsionar este local da cidade de Lisboa. É tomada como primeira estratégia as reabilitações da igreja e Palácio, que se constituem por áreas de salões nobre, pátio, escadaria monumental, jardins e espaços que relacionam o edifício e a cidade, através de sistemas de vista e de apontamentos arquitetónicos de relevo patrimonial. Após pesquisa e reflexão acerca desta importante obra e lugar, que se estabelecem num sítio privilegiado da cidade de Lisboa, pretende-se aproximar a cidade e a obra, através da recuperação e adaptação do seu interior às suas novas funções. A criação de um modelo unitário que se expande em três dimensões; instalando no atual edificado duas fases: a habitação temporária e o ofício da arte, que servirão a terceira fase, que surgirá através de um novo edificado proposto: a galeria. Confluindo três programas num modelo unitário, com vários propósitos para a encosta do Castelo, num exercício de reabilitação do antigo com a articulação do novo – aqui se estabelece o diálogo entre estruturas. |
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| Autores principais: | Nunes, Nuno Tiago dos Santos |
| Assunto: | Habitação temporária Palácio da Rosa Património Reabilitação Temporary housing Palace of Rose Patrimony Rehabilitation |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | No atual contexto de reabilitação de edifícios e palácios lisboetas, enquadra-se a presente proposta de reabilitação do Palácio da Rosa. Situada a meio da encosta poente da Colina do Castelo, em Lisboa, esta obra da qual a sua preexistência remonta ao séc. XVIII, apresenta hoje uma sobreposição de diversos tempos e construções, que confluem num sistema dotado de uma estrutura complexa. O conjunto edificado é composto pelo Palácio da Rosa e Igreja de São Lourenço, e é atualmente classificado como Imóvel de Interesse Público. Neste sentido, é importante transpor a memória intrínseca desta obra para o presente, regenerando de forma simultânea o lugar, com vista a revitalizar e impulsionar este local da cidade de Lisboa. É tomada como primeira estratégia as reabilitações da igreja e Palácio, que se constituem por áreas de salões nobre, pátio, escadaria monumental, jardins e espaços que relacionam o edifício e a cidade, através de sistemas de vista e de apontamentos arquitetónicos de relevo patrimonial. Após pesquisa e reflexão acerca desta importante obra e lugar, que se estabelecem num sítio privilegiado da cidade de Lisboa, pretende-se aproximar a cidade e a obra, através da recuperação e adaptação do seu interior às suas novas funções. A criação de um modelo unitário que se expande em três dimensões; instalando no atual edificado duas fases: a habitação temporária e o ofício da arte, que servirão a terceira fase, que surgirá através de um novo edificado proposto: a galeria. Confluindo três programas num modelo unitário, com vários propósitos para a encosta do Castelo, num exercício de reabilitação do antigo com a articulação do novo – aqui se estabelece o diálogo entre estruturas. |
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