Publicação
A terra sigillata de uma villa algarvia: o caso do Vale da Arrancada (Portimão)
| Resumo: | A villa romana do Vale da Arrancada (Portimão) localiza-se numa pequena elevação junto ao curso de um rio com acesso facilitado ao Atlântico. O sítio foi ocupado desde o séc. I e a sua identificaçáo, em 1918, ficou a dever-se a Leite de Vasconcelos, fundador do Museu Nacional de Arqueologia. Do material recuperado num contexto de arqueologia de emergência, durante os anos 80 do século XX, e actualmente no Museu de Portimão, assinala-se um conjunto de cerâmicas de ampla cronologia onde se destaca a cerâmica tardo antiga. Neste trabalho aprofunda-se o estudo da terra sigillata recolhida no interior da cisterna identificada no local, com particular destaque para as produções Africanas, DSP assim como a Foceense tardia. Além de identificar o padrão de consumo deste sítio abordam-se igualmente os circuitos de distribuição e compara-se com os restantes sítios estudados no território algarvio, quanto à cronologia e à sua origem. |
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| Autores principais: | Viegas, Catarina |
| Assunto: | Lusitânia Algarve Cerâmica Consumo DSP Lusitania Pottery Consumption |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A villa romana do Vale da Arrancada (Portimão) localiza-se numa pequena elevação junto ao curso de um rio com acesso facilitado ao Atlântico. O sítio foi ocupado desde o séc. I e a sua identificaçáo, em 1918, ficou a dever-se a Leite de Vasconcelos, fundador do Museu Nacional de Arqueologia. Do material recuperado num contexto de arqueologia de emergência, durante os anos 80 do século XX, e actualmente no Museu de Portimão, assinala-se um conjunto de cerâmicas de ampla cronologia onde se destaca a cerâmica tardo antiga. Neste trabalho aprofunda-se o estudo da terra sigillata recolhida no interior da cisterna identificada no local, com particular destaque para as produções Africanas, DSP assim como a Foceense tardia. Além de identificar o padrão de consumo deste sítio abordam-se igualmente os circuitos de distribuição e compara-se com os restantes sítios estudados no território algarvio, quanto à cronologia e à sua origem. |
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