Publicação
Efeitos do fogo sobre a dinâmica da vegetação: o caso do Douro e Alto Trás-os-Montes
| Resumo: | Neste artigo apresenta-se o caso estudo do Douro e Alto Trás-os-Montes com o objectivo de analisar as alterações espaciotemporais do uso do solo no intervalo de tempo de 1970 a 2007 e a sua correlação com ocorrências de incêndios. Para tal, recorreu-se à cartografia do Inventário Florestal Nacional (1965-78), às Cartas de Ocupação do Solo de 1990 e 2007 e ao levantamento de áreas ardidas de 1975 a 2006, para a criação de várias matrizes de transição com as quais se caracterizaram e analisaram os padrões temporais das dinâmicas de uso do solo. Verificou-se que a paisagem evoluiu de acordo com os factores sociais, muito influenciado pelo êxodo rural. Desta forma, propiciou-se um aumento da classe dos Matos, a par com o decréscimo das classes de agricultura. Quando o sistema interagiu com o fogo, verificou-se a grande sensibilidade do Pinheiro bravo e o aumento da classe de Matos. Esta abordagem mostrou-se importante na medida em que se consegue perceber a evolução da paisagem sob a influência do fogo e sem a presença deste. Tal análise permite agir de forma mais pertinente na gestão da paisagem e servir como uma ferramenta útil ao estabelecimento de novas políticas florestais |
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| Autores principais: | Tavares, Diana |
| Outros Autores: | Sequeira, Ana Catarina; Rocha, Marta S.; Rego, Francisco Castro; Reis, Rui |
| Assunto: | IFN’70 COS de 1990 e 2007 dinâmica da paisagem incêndios |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste artigo apresenta-se o caso estudo do Douro e Alto Trás-os-Montes com o objectivo de analisar as alterações espaciotemporais do uso do solo no intervalo de tempo de 1970 a 2007 e a sua correlação com ocorrências de incêndios. Para tal, recorreu-se à cartografia do Inventário Florestal Nacional (1965-78), às Cartas de Ocupação do Solo de 1990 e 2007 e ao levantamento de áreas ardidas de 1975 a 2006, para a criação de várias matrizes de transição com as quais se caracterizaram e analisaram os padrões temporais das dinâmicas de uso do solo. Verificou-se que a paisagem evoluiu de acordo com os factores sociais, muito influenciado pelo êxodo rural. Desta forma, propiciou-se um aumento da classe dos Matos, a par com o decréscimo das classes de agricultura. Quando o sistema interagiu com o fogo, verificou-se a grande sensibilidade do Pinheiro bravo e o aumento da classe de Matos. Esta abordagem mostrou-se importante na medida em que se consegue perceber a evolução da paisagem sob a influência do fogo e sem a presença deste. Tal análise permite agir de forma mais pertinente na gestão da paisagem e servir como uma ferramenta útil ao estabelecimento de novas políticas florestais |
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