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Crenças e fontes de autoeficácia em estudantes do 10º ano de cursos científico-humanísticos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação analisa fontes e crenças de autoeficácia, e ainda a influência destas variáveis no contexto académico e social, numa amostra (N= 165) de alunos do 10º ano, com idades entre 14 e 17 anos, que frequentavam uma escola da cidade de Lisboa. Na recolha dos dados foram usados o Inventário de Autoexploração dos Interesses (SDS) (parte das competências), a Escala de Autoeficácia Geral (EAG), o Questionário de dados pessoais, projetos e desempenho escolar e o Questionário de Fontes de Autoeficácia para os Estudantes do Ensino Secundário (QFAEES), sendo estes dois últimos elaborados nesta investigação. Nos resultados, destaca-se a estrutura de três componentes para as fontes de autoeficácia, e a fraca relação entre autoeficácia geral e perceção de competência em domínios vocacionais específicos. É ainda de realçar as relações entre as fontes de estados emocionais e físicos e autoeficácia geral, e entre experiências e sentimentos positivos e persuasão e expetativas com autoeficácia específica. É de salientar as diferenças de género nas crenças gerais e específicas e nas fontes de autoeficácia. Nos dados, é reconhecida a pertinência da família, professores e pares como fontes de autoeficácia geral e específica. Nas conclusões, são abordadas as implicações dos resultados para a intervenção, em contexto educacional.
Autores principais:Delfino, Mónica da Cunha
Assunto:Auto-eficácia Crenças Estudantes do ensino secundário Teses de mestrado - 2020
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente investigação analisa fontes e crenças de autoeficácia, e ainda a influência destas variáveis no contexto académico e social, numa amostra (N= 165) de alunos do 10º ano, com idades entre 14 e 17 anos, que frequentavam uma escola da cidade de Lisboa. Na recolha dos dados foram usados o Inventário de Autoexploração dos Interesses (SDS) (parte das competências), a Escala de Autoeficácia Geral (EAG), o Questionário de dados pessoais, projetos e desempenho escolar e o Questionário de Fontes de Autoeficácia para os Estudantes do Ensino Secundário (QFAEES), sendo estes dois últimos elaborados nesta investigação. Nos resultados, destaca-se a estrutura de três componentes para as fontes de autoeficácia, e a fraca relação entre autoeficácia geral e perceção de competência em domínios vocacionais específicos. É ainda de realçar as relações entre as fontes de estados emocionais e físicos e autoeficácia geral, e entre experiências e sentimentos positivos e persuasão e expetativas com autoeficácia específica. É de salientar as diferenças de género nas crenças gerais e específicas e nas fontes de autoeficácia. Nos dados, é reconhecida a pertinência da família, professores e pares como fontes de autoeficácia geral e específica. Nas conclusões, são abordadas as implicações dos resultados para a intervenção, em contexto educacional.