Publicação
Ajustamento mental da mulher com cancro de mama
| Resumo: | Este estudo pretende identificar a relação que existe entre o ajustamento mental ao cancro, a personalidade e os níveis de ansiedade e depressão em mulheres com cancro de mama, submetidas a tratamentos. Com metodologia quantitativa, não experimental, trata-se de um estudo descritivo-correlacional, cujo instrumento de colheita de dados é composto por quatro partes: um questionário de dados sócio-demográficos e contextuais, o Inventário de Personalidade dos Cinco Factores, a Escala de Ansiedade e Depressão Hospitalar e a Escala Reduzida de Ajustamento Mental ao Cancro. Os resultados obtidos realçam que 26,4% das mulheres apresentam perturbações de ansiedade e 9,1% apresentam perturbações de depressão. A estratégia de ajustamento mental ao cancro mais utilizada é a preocupação ansiosa e o espírito de luta é a estratégia a que menos recorrem. Para além disso, obteve-se que a idade, habilitação literária, antecedentes pessoais de depressão e personalidade relacionam-se com os níveis de ansiedade e depressão e com o ajustamento mental ao cancro e, ainda, que os níveis de ansiedade e depressão relacionam-se com as estratégias de ajustamento mental adoptadas pelas mulheres. Como dados mais significativos, quanto maior a idade maior o risco de depressão e a utilização da estratégia fatalismo; quanto menor a habilitação literária maior o risco de depressão e o recurso à estratégias de adaptação passivas; os níveis de ansiedade são superiores nas mulheres com história pessoal de depressão; existe correlação estatística significativa entre a ansiedade e depressão e os traço de personalidade; a história de depressão relaciona-se com o uso de estratégias passivas e, ainda, os traços de personalidade relacionam-se com as estratégias de adaptação. |
|---|---|
| Autores principais: | Tavares, Andreina Gonçalves, 1982- |
| Assunto: | Personalidade Ansiedade Depressão Ajustamento mental ao cancro Teses de mestrado - 2011 |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este estudo pretende identificar a relação que existe entre o ajustamento mental ao cancro, a personalidade e os níveis de ansiedade e depressão em mulheres com cancro de mama, submetidas a tratamentos. Com metodologia quantitativa, não experimental, trata-se de um estudo descritivo-correlacional, cujo instrumento de colheita de dados é composto por quatro partes: um questionário de dados sócio-demográficos e contextuais, o Inventário de Personalidade dos Cinco Factores, a Escala de Ansiedade e Depressão Hospitalar e a Escala Reduzida de Ajustamento Mental ao Cancro. Os resultados obtidos realçam que 26,4% das mulheres apresentam perturbações de ansiedade e 9,1% apresentam perturbações de depressão. A estratégia de ajustamento mental ao cancro mais utilizada é a preocupação ansiosa e o espírito de luta é a estratégia a que menos recorrem. Para além disso, obteve-se que a idade, habilitação literária, antecedentes pessoais de depressão e personalidade relacionam-se com os níveis de ansiedade e depressão e com o ajustamento mental ao cancro e, ainda, que os níveis de ansiedade e depressão relacionam-se com as estratégias de ajustamento mental adoptadas pelas mulheres. Como dados mais significativos, quanto maior a idade maior o risco de depressão e a utilização da estratégia fatalismo; quanto menor a habilitação literária maior o risco de depressão e o recurso à estratégias de adaptação passivas; os níveis de ansiedade são superiores nas mulheres com história pessoal de depressão; existe correlação estatística significativa entre a ansiedade e depressão e os traço de personalidade; a história de depressão relaciona-se com o uso de estratégias passivas e, ainda, os traços de personalidade relacionam-se com as estratégias de adaptação. |
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