Publicação
Arquitectura de emergência
| Resumo: | No âmbito do Projeto Final de Mestrado, aborda-se a problemática que emerge da falta de abrigo primário sempre que ocorre uma catástrofe que destrua aglomerados habitacionais, expressando-se a necessidade de intervenção, por parte do arquiteto, nestas questões que têm vindo a repetir-se muitas vezes em grandes proporções, e afetam profundamente o Homem. As questões que acabam por fundamentar este trabalho incidem sobre o papel do arquiteto na resolução dos problemas relacionados com a passagem da transição para a permanência (exigências essenciais de abrigo, segurança e saúde) de populações cujo território é, ou foi, afetado por situações de catástrofes e a importância de desenvolvimento de um plano urbano que faça a transição do abrigo temporário, para o acolhimento dos protótipos modulares e flexíveis sedimentando e criando uma comunidade. Assume-se, assim, que a intervenção do arquiteto em alojamento, em situação de catástrofe, potencia condições de segurança e salubridade às populações. Assim, a fundamentação deste trabalho acaba por incidir numa investigação que propõe identificar locais, na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes, com capacidade de acolher a criação de um, ou vários, campus com o objetivo de restabelecer uma comunidade. Este campus será construído com o intuito de ser temporário e providenciar o essencial para a sobrevivência num espaço de tempo moderado. |
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| Autores principais: | Sousa, Raquel Alexandra Gomes |
| Assunto: | Arquitetura de emergência Modular Flexibilidade Campus Abrigo Transição Emergency architecture Modular Flexibility Campus Shelter Transition |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | No âmbito do Projeto Final de Mestrado, aborda-se a problemática que emerge da falta de abrigo primário sempre que ocorre uma catástrofe que destrua aglomerados habitacionais, expressando-se a necessidade de intervenção, por parte do arquiteto, nestas questões que têm vindo a repetir-se muitas vezes em grandes proporções, e afetam profundamente o Homem. As questões que acabam por fundamentar este trabalho incidem sobre o papel do arquiteto na resolução dos problemas relacionados com a passagem da transição para a permanência (exigências essenciais de abrigo, segurança e saúde) de populações cujo território é, ou foi, afetado por situações de catástrofes e a importância de desenvolvimento de um plano urbano que faça a transição do abrigo temporário, para o acolhimento dos protótipos modulares e flexíveis sedimentando e criando uma comunidade. Assume-se, assim, que a intervenção do arquiteto em alojamento, em situação de catástrofe, potencia condições de segurança e salubridade às populações. Assim, a fundamentação deste trabalho acaba por incidir numa investigação que propõe identificar locais, na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes, com capacidade de acolher a criação de um, ou vários, campus com o objetivo de restabelecer uma comunidade. Este campus será construído com o intuito de ser temporário e providenciar o essencial para a sobrevivência num espaço de tempo moderado. |
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