Publicação
A influência da arquitetura no processo de cura
| Resumo: | Este trabalho de mestrado aborda o tema da arquitectura como recurso terapêutico, no tratamento de doenças do foro psicológico. Procura-se perceber qual a influência do espaço arquitectónico no quotidiano dos portadores de doenças mentais. A partir de um estudo sobre a saúde mental feito através de conversas com profissionais, juntamente com o contacto de alguns doentes, terapeutas e familiares, pretende-se concretizar um espaço de consultas, actividades especializadas, terapias ocupacionais e espaços públicos qualificados, em Alburrica: um Centro Terapêutico de Saúde Mental. Entender a maneira como os elementos do espaço, principalmente a luz, a cor, a forma, o som e os materiais, afetam de forma positiva ou negativamente na percepção do ambiente vivido, levando a diferentes comportamentos e experiências espaciais. Assim, este trabalho procura sensibilizar para a função dos arquitectos, pois esta irá definir a vivência do ser humano num espaço. Por isso, cumpre-lhes compreender estes elementos, os seus significados, atributos e benefícios, para que a vivência torne-se manifestamente assertiva. O objectivo deste trabalho é explorar o papel da arquitectura enquanto ambiente terapêutico que estimula o processo de cura, promovendo a sensação de bem-estar social, físico e psicológico. Posto isto, e através do estudo de estratégias de concepção de ambientes terapêuticos, tenta-se demonstrar que a arquitectura tem a capacidade de provocar sensações na percepção e vivências do espaço. |
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| Autores principais: | Jorge, Melissa Ávila |
| Assunto: | Arquitectura hospitalar Psiquiatria Saúde mental Evidence based design Espaços terapêuticos Estimulação sensorial Humanização Natureza Hospital architecture Psychiatry Mental health Evidence based design Therapeutic spaces Sensory stimulation Humanization Nature |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este trabalho de mestrado aborda o tema da arquitectura como recurso terapêutico, no tratamento de doenças do foro psicológico. Procura-se perceber qual a influência do espaço arquitectónico no quotidiano dos portadores de doenças mentais. A partir de um estudo sobre a saúde mental feito através de conversas com profissionais, juntamente com o contacto de alguns doentes, terapeutas e familiares, pretende-se concretizar um espaço de consultas, actividades especializadas, terapias ocupacionais e espaços públicos qualificados, em Alburrica: um Centro Terapêutico de Saúde Mental. Entender a maneira como os elementos do espaço, principalmente a luz, a cor, a forma, o som e os materiais, afetam de forma positiva ou negativamente na percepção do ambiente vivido, levando a diferentes comportamentos e experiências espaciais. Assim, este trabalho procura sensibilizar para a função dos arquitectos, pois esta irá definir a vivência do ser humano num espaço. Por isso, cumpre-lhes compreender estes elementos, os seus significados, atributos e benefícios, para que a vivência torne-se manifestamente assertiva. O objectivo deste trabalho é explorar o papel da arquitectura enquanto ambiente terapêutico que estimula o processo de cura, promovendo a sensação de bem-estar social, físico e psicológico. Posto isto, e através do estudo de estratégias de concepção de ambientes terapêuticos, tenta-se demonstrar que a arquitectura tem a capacidade de provocar sensações na percepção e vivências do espaço. |
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