Publicação
Risk parity approach to portfolio selection
| Resumo: | Este estudo compara de forma empírica a performance de estratégias de investimento baseadas em paridade de risco (RP) e outras estratégias comuns, resultantes tanto da teoria de média variância - carteira tangente ou de mínima variância - ou de estratégias naïve como as carteiras 60/40 ou homogénea (H). Analisámos a performance de cinco estratégias baseadas em RP face a quatro estratégias de referência durante quatro diferentes horizontes de investimento entre 2000 e 2019. Baseamos a nossa análise numa amostragem de 30 anos sobre cinco índices representantes de diferentes classes de ativos. Concluímos que estratégias de paridade de risco são mais balanceadas de um ponto de vista de risco (contribuição de risco, VaR e máxima perda) e que algumas obtiveram resultados mais consitentes do que as carteiras naïve em termos de retornos ajustados, provando ser uma alternativa efetiva. Contudo, as estratégias RP não foram capazes de bater regularmente as carteias da teoria de média variância. |
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| Autores principais: | Filho, Émerson Bitarães de Moura |
| Assunto: | Paridade de risco Gestão de portfólios Teoria de média variância Risk Parity Portfolio management Mean Variance Theory |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este estudo compara de forma empírica a performance de estratégias de investimento baseadas em paridade de risco (RP) e outras estratégias comuns, resultantes tanto da teoria de média variância - carteira tangente ou de mínima variância - ou de estratégias naïve como as carteiras 60/40 ou homogénea (H). Analisámos a performance de cinco estratégias baseadas em RP face a quatro estratégias de referência durante quatro diferentes horizontes de investimento entre 2000 e 2019. Baseamos a nossa análise numa amostragem de 30 anos sobre cinco índices representantes de diferentes classes de ativos. Concluímos que estratégias de paridade de risco são mais balanceadas de um ponto de vista de risco (contribuição de risco, VaR e máxima perda) e que algumas obtiveram resultados mais consitentes do que as carteiras naïve em termos de retornos ajustados, provando ser uma alternativa efetiva. Contudo, as estratégias RP não foram capazes de bater regularmente as carteias da teoria de média variância. |
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