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Competências digitais na formação de professores para o componente de tecnologia e inovação do programa inova do ensino médio paulista

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A escola é um importante agente na inserção das tecnologias como ferramenta de pesquisa, produção de conteúdo, comunicação e elaboração de projetos, o que torna essencial o letramento digital e o conhecimento adequado de funcionamento, potencialidades e desafios. Nesse sentido, o Brasil formulou sua base curricular considerando ensino e prática com essas ferramentas, e os estados alinharam-se a essas demandas, especialmente São Paulo, que, com o Programa Inova Educação, incluiu a Tecnologia e a Inovação como componente no Ensino Médio. É fato, então, que os docentes, como mediadores do ensino e da aprendizagem, devem alinhar-se a esse currículo, para que possam apresentar as ferramentas, gerar reflexões e dar feedbacks. Nesse sentido, a Secretaria de Educação elaborou formações voltadas para a equipe docente, a fim de contextualizá-la e desenvolvê-la, partindo do princípio de que não precisavam estar previamente habilitada para o componente. A presente dissertação, então, é um estudo que, com uma abordagem metodológica qualitativa de análise documental, busca reconhecer, com base nos quadros de competências digitais brasileiro, a Matriz do CIEB, e europeu, o DigCompEdu, se os programas de formação ofertados pela Rede de fato dão aos docentes competências técnicas e digitais necessárias para atuarem em sala no componente Tecnologia e Inovação. Os resultados apontam que as formações detalham parte das competências necessárias, em especial as voltadas para a responsabilidade digital, a seleção de ferramentas virtuais e o letramento digital; entretanto, há lacunas na formação voltada para ferramentas mais complexas, envolvendo programação e robótica, especialmente. Nesse sentido, o presente trabalho elabora sugestões a respeito de como essa formação pode ser complementada, a fim de desenvolver no docente esse conhecimento, de maneira integral, para ser professor no componente do currículo do estado.
Autores principais:Silveira, Bernardo Soares da Conceição
Assunto:Inovação Tecnologias digitais Competências digitais Literacia digital Professores - Formação Brasil Dissertações de mestrado - 2024
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A escola é um importante agente na inserção das tecnologias como ferramenta de pesquisa, produção de conteúdo, comunicação e elaboração de projetos, o que torna essencial o letramento digital e o conhecimento adequado de funcionamento, potencialidades e desafios. Nesse sentido, o Brasil formulou sua base curricular considerando ensino e prática com essas ferramentas, e os estados alinharam-se a essas demandas, especialmente São Paulo, que, com o Programa Inova Educação, incluiu a Tecnologia e a Inovação como componente no Ensino Médio. É fato, então, que os docentes, como mediadores do ensino e da aprendizagem, devem alinhar-se a esse currículo, para que possam apresentar as ferramentas, gerar reflexões e dar feedbacks. Nesse sentido, a Secretaria de Educação elaborou formações voltadas para a equipe docente, a fim de contextualizá-la e desenvolvê-la, partindo do princípio de que não precisavam estar previamente habilitada para o componente. A presente dissertação, então, é um estudo que, com uma abordagem metodológica qualitativa de análise documental, busca reconhecer, com base nos quadros de competências digitais brasileiro, a Matriz do CIEB, e europeu, o DigCompEdu, se os programas de formação ofertados pela Rede de fato dão aos docentes competências técnicas e digitais necessárias para atuarem em sala no componente Tecnologia e Inovação. Os resultados apontam que as formações detalham parte das competências necessárias, em especial as voltadas para a responsabilidade digital, a seleção de ferramentas virtuais e o letramento digital; entretanto, há lacunas na formação voltada para ferramentas mais complexas, envolvendo programação e robótica, especialmente. Nesse sentido, o presente trabalho elabora sugestões a respeito de como essa formação pode ser complementada, a fim de desenvolver no docente esse conhecimento, de maneira integral, para ser professor no componente do currículo do estado.