Publicação
Viver bem em casas pequenas no Vale de Alcântara
| Resumo: | O Vale de Alcântara é um local de rutura, resultante de um movimento global de modernização e progresso, que permitiu que o automóvel se tornasse o principal meio de transporte. As infraestruturas, que atualmente assentam neste território, foram desenvolvidas ao longo do século XX e foram transformando o mesmo de forma progressiva levando à extinção de vivências que nele existiam. Renovar a relação entre o habitante e o território, através de recursos naturais é o que define este projeto. Esta forma de encarar o projeto permite adaptar as construções às alterações climáticas e ainda construir uma cidade resistente a longo prazo. O objetivo parte da vontade de renaturalizar o vale através do desencanamento da ribeira, da inserção de campos agrícolas nas zonas férteis do vale, na construção de espaços de estar e lazer e, acima de tudo, na ligação do vale com a cidade através de um corredor verde. Pretende-se redefinir os limites do vale através de uma nova frente edificada, criar um espaço que seja constituído por comunidades diversas e, acima de tudo, colmatar as áreas fragmentadas e articular a nova construção com a cidade já existente/consolidada. Neste projeto abordam-se diferentes metodologias de construção de casas pequenas e sustentáveis. Tem como objetivo criar um conjunto de habitações de diferentes tipologias, tendo em conta que cada vez se torna mais necessário reduzir as áreas de construção, especialmente em contexto urbano, com vista em diminuir o impacto ambiental a elas associado. Por este motivo é tao interessante, este ramo da arquitetura na habitação urbana, menos centrada em formalismos e na exploração da imagem visual do edifício e mais focada em aspetos relacionados com sustentabilidade ambiental e o desempenho térmico e energético do mesmo. |
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| Autores principais: | Furtado, Joana Machado Faria |
| Assunto: | habitar vale ribeira sustentabilidade bioclimática nZEB |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O Vale de Alcântara é um local de rutura, resultante de um movimento global de modernização e progresso, que permitiu que o automóvel se tornasse o principal meio de transporte. As infraestruturas, que atualmente assentam neste território, foram desenvolvidas ao longo do século XX e foram transformando o mesmo de forma progressiva levando à extinção de vivências que nele existiam. Renovar a relação entre o habitante e o território, através de recursos naturais é o que define este projeto. Esta forma de encarar o projeto permite adaptar as construções às alterações climáticas e ainda construir uma cidade resistente a longo prazo. O objetivo parte da vontade de renaturalizar o vale através do desencanamento da ribeira, da inserção de campos agrícolas nas zonas férteis do vale, na construção de espaços de estar e lazer e, acima de tudo, na ligação do vale com a cidade através de um corredor verde. Pretende-se redefinir os limites do vale através de uma nova frente edificada, criar um espaço que seja constituído por comunidades diversas e, acima de tudo, colmatar as áreas fragmentadas e articular a nova construção com a cidade já existente/consolidada. Neste projeto abordam-se diferentes metodologias de construção de casas pequenas e sustentáveis. Tem como objetivo criar um conjunto de habitações de diferentes tipologias, tendo em conta que cada vez se torna mais necessário reduzir as áreas de construção, especialmente em contexto urbano, com vista em diminuir o impacto ambiental a elas associado. Por este motivo é tao interessante, este ramo da arquitetura na habitação urbana, menos centrada em formalismos e na exploração da imagem visual do edifício e mais focada em aspetos relacionados com sustentabilidade ambiental e o desempenho térmico e energético do mesmo. |
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